domingo, 6 de novembro de 2011

Jacinto Silva


"Jacinto Silva foi um intérprete peculiar da música do Nordeste"
Ranilson França (folclorista)
[ Fonte (frase): Jornal "Gazeta de Alagoas" ]

Nome completo: Sebastião Jacinto da Silva
Nome artístico: Jacinto Silva
Data de nascimento: 23/10/1933
Local: Palmeira dos Índios/AL
Data de falecimento: 19/02/2001
Local: Caruaru/PE
Gêneros: Coco, Embolada e outros Ritmos Regionais do Nordeste


BIOGRAFIA
Por Ranilson França

Ao aproximar-se o período junino nos vem a lembrança de um dos mais importantes astros da música popular nordestina: Jacinto Silva.

Nascido na cidade de Palmeira do Indios, Agreste alagoano, no dia 23 de outubro de 1933. Foi criado ouvindo os cantadores de Coco, violeiros, mestres de reisado, guerreiros, cantigas de sentinela e de terços, com o nome de batismo Sebastião Jacinto da Silva, o "Bastiãozinho" como era mais conhecido entre os amigos de infância, o menino Jacinto logo cedo assimilou os ritmos do povo de Alagoas.

Sua primeira apresentação pública aconteceu na década de 1950, no auditório da velha rádio Difusora, no programa da saudosa Odete Pacheco, onde foi batizado com o nome artistico de Jacinto Silva.

Em 1958, transfere-se para Caruaru onde inicia profissionamente sua carreira artistica. Em 1962, grava pela Mocanbo um 78 RPM, seu primeiro disco com as músicas "Bambuá-Bambuá" e "Justiça Divina", alcançando sucesso em todo Nordeste. Pouco tempo depois grava pela CBS seu primeiro LP, que se intitulou "Cidade de Alagoas", com destaque para as músicas "Aquela Rosa" e "Chora Bananeira", baseadas no folclore nordestino influenciado por Jackson do Pandeiro e Ary Lobo, com quem conviveu na década de 1960 no Rio de  Janeiro/RJ, Dominguinhos, Severino Januário, Luiz Gonzaga, Abdias, Trio Nordestino e outros bons da música nordestina. Em seu vasto e rico repertório aparece os Cocos, as Emboladas, Bentitos, Guerreiros e tantos outros ritmos baseados no folclore nordestino.

Coco Sincopado
Jacinto Silva foi um intérprete peculiar da música do nordeste, interpretava como ninguém suas canções inclusive o Coco Sincopado, gênero do qual era senhor absoluto.

Além de intérprete, Jacinto também compunha suas músicas ao lado de compositores famosos como Onildo almeida, Juarez Santiago, Janduhi Filizola, Ivan Ferraz, Sebastião França, Luiz Queiroga, Florival Ferreira, João Silva, Zé do Rojão, Geraldo Lopes e Zé do Brejo.

Segundo Jacinto, seu grande sucesso foi a marcha de Roda "Aquela Rosa". As suas músicas marcavam presença quase constante na Série Pau de Sebo, da ( extinta ) CBS.

Projeto "O Voo do Forró"
Participou, em 1988, juntamente com a Banda de Pífanos de Caruaru, do compositor e sanfoneiro Caxiado e de outros artistas pernanbucanos, do Projeto "O Voo do Forró", com uma série de apresentações na Europa principalmente na França e Alemanha. Desse encontro saiu o CD "Caruaru, Capital do Forró".

Em 1933, quando ele esteve em Maceió/AL, teve o prazer de conhecê-lo mais de perto e sentir o valor não só do artista, mas da sua personalidade.

Conversamos sobre vários assuntos envolvendo música, cultura popular, tendo no momento autografado alguns de seus discos. Visitamos os folguedos alagoanos, onde sentiu-se bastante á vontade. Á noite, no Burungundu, no Bairro Jacintinho, fez um lindo show ao lado de seu amigo Tororó do Rojão.

Grupo Cascabulho/PE
Jacinto Silva, fez uma partiicpação  especial  no disco do Grupo pernambucano  Cascabulho, onde interpretou com maestria a música "Xodó de Sanfoneiro", surgindo daí uma grande amiadae eantre ele e os jovens artistas pernambucanos.

Seus últimos discos foram produzidos por Zé da Flauta, que também lhe ajudou e incentivou bastante. Recebí do próprio Jacinto aquele que seria seu último disco "Só Não Dança Quem Não Quer", belíssimo trabalho em que ele relembrava seus grandes sucessos, com produção e direção artística de Zé da flauta.

Em primeiro de Maio de 1999, estive em  sua residência, em Caruaru (no conjunto INOCOP), onde passamos uma manhã inteira conversando e ouvindo suas histórias e planos para o futuro. Não  sabia que estava a me despedir do grande Jacinto Silva, o maior cantador de Coco, dos últimos tempos.

Seu amor por Alagoas, era sempre monstrado nas suas composições, nas quais Jacinto se esmerava em descrever suas belezas naturais  e seu encanto por seu Estado de nascença.

O Último Adeus
Faleceria em 19 de Fevereiro de 2001, ás 5 horas da madrugada , na Cidade de Caruaru, vitimado por um mal que lhe perseguia há algum tempo. Foi enterrado no mesmo dia, no  Cemitério Público da "Capital do Forró", acompanhado por poucos amigos e admiradores.

[ Fonte: Jornal "Gazeta de  Alagoas", 17/08/2004 ]


JACINTO SILVA ( Perfil Artístico, 22 de Abril de 2011 )

Cantor, compositor, coquista e forrozeiro nascido em Palmeiras dos Índios, Alagoas.
Faleceu em 19 de fevereiro de 2001, na cidade de Caruaru, em Pernambuco, em decorrência de um câncer no fígado.

Começou a gravar em 1959, na extinta Fábrica de Discos Rozenblit, do Recife. "Chora bananeira" e "Aquela rosa" foram os seus primeiros sucessos.

Foi na gravadora CBS, porém, onde gravou de 1963 a 1973, que atingiu o auge da sua carreira.
Seu último trabalho em disco - "Só não dança quem não quer" -, gravado após anos de ostracismo e esquecimento, foi feito em 1998.

[Fonte: Blog-Geléia General/geleiageneral.blogspot.com ]


        


MÚSICA ( 22 de Abril de 2010 )

Disco para celebrar Jacinto Silva

Discípulo direto Jackson do Pandeiro, o alagoano de Palmeira dos Índios/AL, Jacinto Silva, falecido em 2001, é mais um dos tantos compositores injustiçados sob o olhar do que seria, de fato, a música nordestina. Para muitos, houve um pulo de Luiz Gonzaga direto para a produção da década de 1980, que deu ao País nomes como Zé e Elba Ramalho, Fagner, Amelinha, entre outros. Com a carreira iniciada em 1963, com a canção “Justiça Divina” no 78rpm do selo Mocambo, Jacinto construiu um rico repertório para o cancioneiro nordestino.

Parte dessas canções formam “Jacinto Silva - No Coração da Gente”, disco-tributo idealizado pelo presidente da Link, Edson Barbosa, e com direção geral de conteúdo e produção de Tiago Araripe. A bolacha conta com 16 músicas, interpretadas por artistas consagrados como Elba Ramalho, Maestro Spock, Tom Zé, Margareth Menezes, Isaar e o próprio Tiago. O disco já está à venda na loja Passa Disco e custa R$ 37,90. No próximo dia 29, ocorre na loja seu lançamento oficial.

“Garimpar, para este disco, composições representativas do universo sonoro e poético de Jacinto Silva é se arriscar a deixar de fora muitas pepitas preciosas. Porém assumimos o risco, na tentativa de mostrar a diversidade sonora e poética do repertório do compositor”, explica Tiago Araripe. No texto de apresentação no encarte do trabalho, Tiago elenca quatro vertentes fundamentais da poética musical de Jacinto: a bem humorada (presentes em “Gírias do Norte” e “Filosofia do Forró”), o reflexo dos valores do povo nordestino (como em “Aboio de um Vaqueiro”, “Teste para Cantador” e “Moleque de Rua”), a sentimental (“Aquela Rosa”, “Cante Cantador”) e a espiritual (com “Justiça Divina”, “Imaginação” e “Fonte de Luz”).

Tiago aponta também que o convite a artistas de diferentes vertentes da música popular também é uma forma de traduzir o ecletismo do trabalho de Jacinto Silva. “De Aurinha do Coco a Tom Zé, de Spok a Caju &Castanha, a tradição e a inovação convivem pacificamente. A ideia é que a obra de Jacinto Silva possa ser ouvida por diversos ângulos”, arremata.

[ Fonte: Blog - cabelosdesansao.blogspot.com ]


BLOG - FORROZEIRO DE CARTEIRA

Jacinto Silva começou a sua carreira desde cedo, quando ainda era garoto, com apenas 8 anos em 1942.

Fazia apresentações acompanhado por um conjunto regional em feiras e festas da cidade alagoana de Palmeira dos Índios.

Jacinto Silva foi construindo, através de sua peculiar forma de cantar e compor, uma vertente do Coco que se transformou em seu legado pessoal para a música brasileira, o Coco Sincopado. (extraído do texto Jacinto Silva - O desmantelo que constrói, de Gilson Oliveira).

Nascido em 1933 em Palmeira dos índios/AL, gravou de 1962 a 2000, desse período conseguimos coletar cerca de 20 obras.

[ Fonte: Blog - forrozeirodecarteira.blogspot.com ]




Álbum: Jackson do Pandeiro & Jacinto Silva

O melhor da nossa música popular está de volta com a série Brasil Popular. Neste volume, os grandes sucessos de Jackson do Pandeiro & Jacinto Silva, incluindo "Casaca de Couro", "Eu Quero Ver Embolar" e "Penerou Gavião". Não deixe de conferir!

Artista: JACKSON DO PANDEIRO & JACINTO SILVA
Ano: s/d
Gravadora: Sony & BMG

Faixas:

01. Casaca de Couro
02. Cantiga do Sapo
03. Coco de Praia
04. Mané Gardino
05. Adeus Corina
06. Tum, Tum, Tum
07. Eu Quero Ver Embolar
08. Tem Mulher Tô Lá
09. Puxe o Fole Zé
10. Forró de Surubim
11. Coco Machucado
12. Penerou Gavião
13. Flor de Croatá

[ Fonte: Site - www.submarino.com.br ]



NOTÍCIAS / CIDADE

Obra de Professor da UNEAL é Aprovada em Edital da Imprensa Oficial de Alagoas
Por Assessoria (22/06/2012)

“Jacinto Silva: As Canções”, este é o título da obra literária do professor Luciano José Barbosa da Rocha, docente no Campus III – Palmeira dos Índios/AL da UNEAL (Universidade Estadual de Alagoas), selecionada no edital do Programa de Incentivo à Cultura Literária 2012, promovido pela Imprensa Oficial. Dos 11 trabalhos inscritos, seis foram aprovados.

Segundo o autor Luciano José, a “obra é resultado de uma pesquisa pessoal, iniciada em 2005, sobre o cantor e compositor palmeirense Jacinto Silva, um dos artistas mais importantes do cancioneiro popular nordestino, ao lado de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro”. A intenção do professor é retomar e dar visibilidade à obra de Jacinto Silva, bem como sua trajetória, com análises e comentários do escritor.

O professor celebra a conquista pessoal e a contribuição que poderá ser dada à cultura alagoana. “Qualquer autor sente-se agraciado por ter seu trabalho reconhecido pelo poder público e por contribuir para que a arte popular musical de qualidade possa ser conhecida e apreciada por todos”, afirma.

A previsão é que o trabalho seja impresso até o final deste ano, com uma tiragem de 300 exemplares pela Imprensa Oficial.

Mais sobre o autor:
Luciano José nasceu em março de 1962, em Maceió/AL, e reside atualmente em Palmeira dos Índios. É filósofo de formação e trabalha como professor auxiliar na UNEAL (Campus III), lecionando Filosofia e disciplinas das áreas de Ciências Sociais nos cursos de Matemática, Química, Letras, História, Geografia e Pedagogia.

Já publicou os livros "Intromissão do poema" (2006), "Grãos de versos" (2007), "V(e)ia poética" (2009) e "Conta-gotas" (2011).

[ Fonte: minutoarapiraca.com.br ]


[ Editado por Pedro Jorge ]

Ricardo Mota


Nome completo:
Nome artístico:


VERSOS QUE ENCANTAM
Por Carlos Nealdo

O cantor e compositor Ricardo Mota lança "Bem-Mar", seu segundo álbum.

A melhor maneira para confirmar o talento de um artista é a infalível prova do segundo disco. Muitos costumam se perder no sinuoso caminho entre a estreia e o CD posterior. Alguns, no entanto, conseguem sair ileso e ter um trabalho ainda mais marcante. É o caso do cantor, compositor (e jornalista) Ricardo Mota, que está lançando "Bem-Mar". 

Em seu segundo disco, o artista confirma o talento revelado em "Vício e Verso", lançado em 1998, e mostra que a música alagoana está em boas mãos. A obra prova também que Ricardo Mota - dono de uma sensibilidade indiscutível - é, antes de tudo, um poeta completo e um músico maduro.

Esse lado já havia sido revelado no disco de estreia e em trabalhos que o compositor realizou para outros artistas. Em "De Geração em Geração", música composta em parceria com Almir Medeiros para o CD "Volta e Meia", de Kelly Rosa, por exemplo, Mota passeia com desenvoltura pelo universo do Choro numa letra magistral.

Não é diferente  em "Bem-Mar". Ao longo das treze composições que integraram o CD, o artista lapida poesias e as transforma em músicas raras. Exemplo claro disso é "Zangão", em que os versos fortes ganham uma melodia apropriada.

Para realizar o trabalho, Ricardo Mota contou com uma equipe de músicos que tem se destacado em Alagoas, entre eles Noberto Vinhas (violões e guitarra), Félix Baygon (baixo), Tião Marcolino (sanfona) e Almir Medeiros, que também assina a direção, os arranjos e aprodução do disco.

"No Tupi", faixa que abre o disco, se destaca pelos violões galopantes do Quarteto Pau-Brasil. A música, que é aberta com o som do mar, traz ainda um canto incidental Xavante. O resultado não poderia ser melhor.
Já em "Trama", instrumentos regionais como o triângulo dão o ritmo á música.

HOMENAGEM

"Bem-MAR" é uma homenagem á MPB. Homenagem que vem em forma de um delicioso "Samba de Outono" ou através do Forró "Meu Talismã". Ou ainda do Coco "O Mar é Meu".

Difícil dizer qual das treze músicas - todas de autoria de Ricardo Mota (com exceção de "Arraial das Candongas",, feita em parceria com Wagner Tiso) - é melhor. Esta última, aliás, é uma pérola cuja letras caiu nas graças  do istrumentista brasileiro. Lançada por Tiso em 1982, a música volta agora ainda mais viva com direito á participação do filho do compositor alagoano, Luizinho Mota.

Letrar músicas, aliás é um dom de Mota. Já fora assim em "De Geração em Geração", em que ele "deu vida" ao choro de Almir Medeiros.

Com o lançamento de "Bem-Mar" - que aconteceu oficialmnnete semana passada, em show que o artista fez no Armazém Sebrae - Ricardo Mota já pensa nas próximas apresentações, que devem acontecer em breve.

Tímido, o cantor e compositor parece fugir do palco, o que é não é legal, principalmeante porque um trabalho desse nível  não deve ficar escondido.

[ Fonte: (extinto) Jornal "Tribuna de AL", 23/01/2002 ]


CD ALAGOANO

Nesta página você encontra os CDs de alagoanos por ordem alfabética com seus respectivos contatos. Para incluir novo CD entre em contato com nossa equipe: bairrosdemaceio@gmail.com

Estas músicas são executadas todos os sábados no Programa "Cidade Sorriso", na Radio Serraria FM - 87,9 das 11 ás 13 horas.


 

Ricardo Mota - "Bem-Mar"   

Faixas 

01. Nó Tupi
02. Arraial das Candongas
03. Zangão
04. Trama
05. Rumo Norte
06. Nego Bom
07. Pequenininha
08. Samba de Outono
09. Rua Augusta
10. Rosa Vermelha
11. Porto, Vela, Solidão
12. Meu Talismã 
13. O Mar é meu 


Ficha Técnica 

Músicos
Noberto Vinhas: Violões e guitarras 
Félix Baygon: Baixo
Almir Medeiros: Flauta, Sax Soprano, cellos e teclados
Tião Marcolino: Sanfona
Ronalso: Percurssão
Camila, Diego, Fernanda e Leilane: Vocal
Luizinho Mota: Vocal em Arraial das Candongas
Quarteto Pau Brasil: Cordas em Nó Tupi

Direção musical, arranjos e Mixagem: Almir Medeiros
Gravação: AM STUDIO 
Técnico em gravação: Paulo Medeiros
Produzido por: Almir Medeiros 
Foto e arte: Marco Antônio 



Ricardo Mota - "Vício e Verso"  

Faixas

01. Picadeiro (Ricardo Mota)
02. Baía da Traição (Ricardo Mota)
03. Porto das Flores (Rosinha do Valença e Ricardo Mota)
04. Vício e Verso (Ricardo Mota)
05. Flor Outonal (Ricardo Mota)
06. Ramo de Saudade (Ricardo Mota)
07. Versejador (Ricardo Mota)
08. Traquino (Ricardo Mota)
09. Paisagem Branca (Ricardo Mota)
10. Cantar (Ricardo Mota)
11. Mundaú / Manguaba (Ricardo Mota)
12. Clara Ilha (Ricardo Mota)/
Sedução (Ricardo Mota e Sidney Wanderley)


Ficha Técnica:

Projeto gráfico e editoração: Silvano Almeida
Arranjos e direção - Almir Medeiros
Piano e teclados - Fábio Valois
Violão de nylon, aço e guitarra - Norberto Vinhas
Violão de nylon - Luiz Pompe (em Porto das Flores e Mundaú/Manguaba)
Contra baixo - Adelson Baygon
Acordeom - Genaro
Bateria - Café de Jesus
Percurssão - llê
Zabumba e Triângulo - Quartinha
Quarteto de cordas -
Violinos: Dário Américo e Paulo Lenilson
Viola: Neném
Violoncelo - Almir Medeiros
Sax, flauta, clarinete e violoncelo - Almir Medeiros
Engenheiro de som: Adelmo Tenório
Fotografias - Marco António
Gravado, mixado e masterizado no estúdio Unisom Av. Caxangá, s/n, Recife fone (081) 271 – 3507
Apoio Cultural: TV PAJUÇARA / ProMarka Comunicação de Marketing




Ricardo Mota - "Quando eu digo samba"

Músicas:

01 - Licença (Ricardo Mota)
02 - À Deriva (Ricardo Mota)
03 - Nara (Ricardo Mota)
04 - Humano (Ricardo Mota)
05 - Bom dia (Ricardo Mota)
06 - O Coração de uma mulher (Ricardo Mota)
07 - Sobre as notícias (Ricardo Mota)
08 - Tantas Marias (Ricardo Mota)
09 - Quando a luz apagou (Ricardo Mota)
10 - Rascunho (Ricardo Mota)
11 - Uma Aquarela, dois Brasis (Ricardo Mota)
12 - Também não vou (Ricardo Mota)
13 - Melancolia (Ricardo Mota)
14 - De geração em geração (A. Medeiros e Ricardo Mota)


Ficha técnica:

Arranjos: Ricardo Mota
Técnico: Jair e Tony
Arte e foto: Marco Antônio
Gravado e mixado no Estúdio G (Maceió-AL)
Masterizado no estúdio Combo Music (Rio de Janeiro-RJ)
Agradecimento especial ao SESC-AL pela cessão do piano

acústico, gravado no palco do Teatro Jofre Soares.

Ficha dos Músicos:

01 - Licença
Violão de 7 e de 6 cordas: Wilbert Fialho
Cavaquinho: Welington Pinheiro
Surdo, caixa, tamborim: Estácio
Coro: Biro e Jucélia

02 - À Deriva
Violão de 7 e de 6 cordas: Wilbert Fialho
Cavaquinho: Welington Pinheiro
Pandeiro: Janiel
Baixo: Felix Baigon
Coro: Biro e Jucélia

03 - Nara
Bateria: Dudu Athayde
Contrabaixo Acústico: Felix Baigon
Violão: Zé Luiz Pompe
Flugel Hom: Siqueira

04 – Humano
Bateria: Dudu Athayde
Piano Acústico: Jiuliano Gomes
Violão: Zé Luiz Pompe
Violoncelo: Miram Abs
Baixo Frettess: Felix Baigon

05 - Bom Dia
Violões: Wilbert Fialho
Baixo: Felix Baigon
Flauta: Everaldo Borges
Flugel Hom e Trompete com Surdina: Siqueira
Percussão: Ronalso
Coro: Biro e Jucélia

06 -O Coração de Uma Mulher
Trombone: Roni
Violão de 7 e de 6 cordas: Wilbert Fialho
Baixo: Felix Baigon
Surdo e Tamborim: Estácio
Cavaquinho: Welington Pinheiro
Pandeiro: Luizito
Coro: Biro e Jucélia

07 - Sobre as Notícias
Bateria: Dudu Athayde
Contrabaixo Acústico: FeIix Baigon
Violão: Zé Luiz Pompe
Bandorim : Welington Pinheiro

08 - Tantas Marias
Clarinete: Cel. Cláudio
Violão 7 e Violão 6 cordas: Wilbert Fialho
Cavaquinho: Welington Pinheiro
Pandeiro: Janiel
Contrabaixo Acústico: Felix Baigon

09 - Quando a Luz Apagou
Violão: Wilbert Fialho
Piano: Acústico: Jiuliano Gomes
Sax Tenor: Everaldo Borges
Baixo: Felix Baigon
Percussão: Estácio

10-Rascunho
Bateria: Dudu Athayde
Piano Acústico: Jiuliano Gomes
Violão: Zé Luiz Pompe
Baixo Fretless: Félix Baigon

11 - Uma Aquarela, Dois Brasis
Trombone: Roni
Violão: Wilbert Fialho
Baixo: Felix Baigon
Percussão: Estácio
Coro: Biro e Jucélia

12 - Também Não Vou
Violão de 7 e de 6 cordas: Wilbert Fialho
Cavaquinho: Welington Pinheiro
Surdo e Tamborim: Estácio
Pandeiro: Luizito
Baixo: Felix Baigon
Coro: Biro e Jucélia

13-Melancolia
Bateria: Dudu Athayde
Piano Acústico: Jiuliano Gomes
Violão: Zé Luiz Pompe
Flauta: Everaldo Borges
Baixo: Felix Baigon

14 - De Geração em Geração
Voz: Camila Mota (participação especial)
Piano Acústico: Jiuliano Gomes
Bandolim: Welington Pinheiro


[ Fonte: Site-Bairros de Maceió/www.bairrosdemaceio.net]


[ Editado por Pedro Jorge ]


CONTATOS
Shows e Vendas: (082) 3241.3987
E-Mail: versejador@uol.com.br

Onde Comprar: Banca "Zumbi dos Palmares", Centro de Maceió/AL
Falar com Aldo (082) 9305.5311


Elaine Kundera


"Viver de arte é complicado no Brasil, e principalmente no interior alagoano. Mas  é possível realizar um bom trabalho fazendo o que realmente se gosta"
Elaine Kundera
[ Fonte (frase): Jornal "Alagoas em Tempo" ]

Nome completo:
Nome artístico:


Elaine Kundera prepara-se para mostrar seu talento em CD
Por Ana Cavalcante

O gosto pela MPB foi estimulado desde cedo, quando ainda era criança. Em sua casa ouvia músicas de ícones da MPB, a exemplo de Clara Nunes e Cartola. E assim foi sendo construída a base musical de uma das vozes de destaque do cenário musical alagoano.O seu nome é Elaine Kundera. A sua voz e interpretação dispensam apresentação.

Aos 17 anos de carreira, a intérprete se prepara para mostrar o seu talento em seu primeiro CD solo. O projeto está sendo montado em parceria com a ONG Candeeiro Aceso e está em fase de captação de recursos, escolha das músicas e detalhes da produção. O trabalho vai trazer 15 faixas, onde todas as músicas são inéditas e de cantores alagoanos.

Enquanto os detalhes da gravação do CD estão sendo acertados, Kundera continua com a sua agenda de shows  participações em projetos cultuirais. No dia 7 de Julho, ela participa do Projeto "Alagoas de Corpo e Alma", no canecão (Rio de Janeiro/RJ), com outros artistas alagoanos.


Elaine Kundera explica que o "Alagoas em Corpo e Alma" tem o objetivo de divulgar as potencialidades turístiicas e culturais do nosso estado, em apresentações pelo Brasil. Além de divulgar a música, também são mostrados o artesanato, a culinária, enenações teatrais e exibição de vídeos.

"O projeto possibilitará um intercâmbio com outros artistas dos lugares por onde passaremos", comenta. No Rio de Janeiro a direção do show está sob o comando de Leila Pinheiro, que sugeriu a música "Na primeira Manhã", de Alceu Valença, para Elaine cantar na noite do evento.

Além desse projeto a intérprete está sempre recebendo convites e marcando a sua presença nas grandes produções alagoanas, a exemplo do Teatro Solidário, Divas alagoanas, Dose Dupla e Viola Enluarada. Este último é realizado no município de União dos Palmares, em um coreto a céu aberto, com a participação de artistas locais e nomes de expressão do Estado.

Apesar de ter nascido em São João/SP e morado em Minas Geras durante um bom tempo, Elaine se considera arapiraquense. Ela veio morar na cidade com a sua família na década de 1980. E, desde então, onde quer que vá leva o nome de Arapiraca.

Quando canta, Elaine Kundera dá vida as músicas. Ela justifica que somente canta quando consegue sentir a música.

Em seu repertório estão músicas de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Flávio Venturini, Zeca Baleiro, Moska, entre outros. E entre as vozes femininas interpreta canções de Ana Carolina, Alcione, Cássia Eller, Zélia Duncan, Marisa Monte, Maria Bethânia, Elis Regina, entre outras.


[ Fonte: Jornal "AL em Tempo", 28/06 a 04/07 de 2004 ]



[ Editado por Pedro Jorge ]

Abdias Guilherme


"Abdias Guilherme ou simplesmente Abdias... Era, sem dúvida alguma, o nosso Cantor-Mor. Nos dez anos que vivo aqui, fizemos uma grande amizade. E eu tive o prazer de ser um dos seus compositores ('Muito além das estrelas, eu sei que existe um Deus bem maior','Levante a cabeça e não se esqueça, voce tem um Deus...'). Deus me deu hinos, só ouvindo Abdias cantar na sede. Alagoas jamais esquecerá o cantor que cantava e dizia: 'Se eu parar de cantar é como parar de respirar'. Aqui, a sua voz calou, com o parar do seu coração. Mas, sem dúvida, o coral celestial ganhou mais uma voz que não precisa mais dos microfones"
Erivaldo Teixeira
[ Fonte (frase): www.adalagoas.com.br ]

Morre o cantor Abdias Guilherme, ícone da música Gospel alagoana
Por Thiago Gomes

Cantor era atendido no mini pronto-socorro do Tabuleiro quando foi vítima de parada cardíaca.

A família assembleiana de Alagoas perde uma de suas mais belas vozes. Faleceu por volta das 17h desta sexta-feira (25) o cantor Abdias Guilherme, 64 anos, bastante conhecido por membros e congregados da Assembléia de Deus. A notícia foi confirmada pelo ministério local e também por parentes.

Segundo informou o evangelista Ederaldo Domingos, o cantor passou mal em casa, por volta das 15h, e foi levado às pressas para o minipronto-socorro do Tabuleiro do Martins. “Ele estava com a família e disse que não estava muito bem. Decidiram levá-lo rapidamente para o pronto-socorro, onde ele entrou em óbito", explicou.

Uma unidade do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) ainda foi contatada por médicos do mini pronto-socorro. Abdias Guilherme foi transportado para a ambulância, onde a equipe insistiu por uma hora para reanimá-lo, mas não conseguiram.

O cantor sofria de doenças cardíacas, enfrentou dois infartos e, inclusive, já tinha passado por uma cirurgia no coração. A causa da morte foi parada cardíaca. O corpo dele foi levado, na ambulância do Samu, para o HGE (Hospital Geral do Estado), onde foi atestada a morte.

Ainda de acordo com o evangelista Ederaldo, o corpo do cantor Abdias será exposto para visitação pública a partir das 21 horas desta sexta-feira, na Igreja Assembleia de Deus no Tabuleiro do Martins, liderada pelo pastor José Luiz dos Santos. O sepultamento ocorrerá neste sábado, às 16 horas, no cemitério São Luiz, no Tabuleiro do Martins.

Abdias Guilherme era casado com a irmã Ana Hilda e deixa três filhos. Em toda a sua trajetória no ministério de louvor, gravou seis LPs e seis CDs, com canções que ficaram na memória de evangélicos e não-evangélicos.


Cantor vivia com 50% da capacidade do coração

Em 2009, o cantor sofreu o segundo infarto e fez uma cirurgia. Em culto de doutrina, no templo-sede, ele contou como foram os momentos difíceis que enfrentou. Entre outras coisas, disse que estava vivendo com 50% da capacidade do coração. Apesar disso, tinha ânimo em dizer que não era chegada a sua hora de partir para a eternidade.

Caminhando lentamente por ainda estar se recuperando, ele foi para a igreja e contou um pouco da dificuldade e ainda louvou ao Senhor. Era a primeira vez, após a doença, que ele ia ao culto de doutrina na igreja-sede.

Com segurança e confiando na Palavra de Deus, o cantor ressaltou que estava longe de morrer. “O Senhor me falou que não vou morrer agora, apesar da minha situação ser muito delicada”, revelou Abdias naquela noite.

De acordo com ele, no dia em que sentiu fortes dores no peito previu, imediatamente, que seria um infarto. A experiência anterior com o problema o fez classificar o seu quadro de saúde. “Era uma dor parecida com dor de estômago e falei logo com a minha esposa para providenciar um socorro médico”, narrou.

Abdias Guilherme descreveu naquele culto que foi levado ao minipronto-socorro do Tabuleiro do Martins, recebeu diretamente medicamento na veia, mas sentiu-se mal e os familiares decidiram levá-lo ao Hospital Geral do Estado, no bairro do Trapiche.

“No caminho até o HGE, pensei que seria difícil ir ao Hospital dos Usineiros pelo fato de ser caro o internamento, mas Deus falou em meu coração para entrarmos lá. Fui muito bem atendido e quando acordei, após trinta minutos, estava na UTI Coronária com o médico dando massagem no meu peito", disse Abdias Guilherme.

Abdias ainda lutou contra os efeitos colaterais dos medicamentos que tomava diariamente, mas avisou, à época, que estava bem e que nada afetaria a sua voz. No culto, ele enalteceu a Deus com um de seus grandes sucessos - "Chuva de Verão" - sem titubear.


[ Fonte: Site-AD Alagoas,25/02/2011 ]

[ Editado por Pedro Jorge ]


SAIBA MAIS

Site - AD Alagoas / www.adalagoas.com.br

Mácleim


"Através do rádio e da Literatura, comecei a formatar minha percepção de que é possível, para qualquer pessoa, viajar nas mais diversas formas de arte. É por isso que minha expressão artística é apenas propositiva, sem qualquer outro tipo de pretensão e preocupação"
Macléim
[ Fonte (frase): Jornal "Extra - AL" ]


Nome completo:
Nome artístico:


PERFIL ARTÍSTICO

Mácleim é compositor, cantor, produtor musical, arranjador, jornalista, blogueiro e crítico musical. Já compôs trilhas para teatro e também já foi colunista do Jornal "Extra-AL", em Maceió.

Começou sua carreira participando de diversos festivais universitários. Na década de 1980 foi para o Rio de Janeiro, estudou no Conservatório Villa Lobos, cantou na noite carioca e trabalhou em vários estúdios, entre eles Máster, Drum e Verd.

Já tocou e cantou ao lado de importantes artistas como Djavan, Elba Ramalho, Milton Nascimento, entre outros. Viveu um período na Europa, realizando inclusive, turnês artísticas por Londres, Paris e Amsterdan. Aliás, na Holanda o artista foi premiado por 2 vezes.

Atualmente está finalizando mais um disco sob a tutela de seu próprio selo, Batuta. O disco resgata ilustres poesias de artistas alagoanos. Aliás, agumas destas composições já podem ser apreciadas no repertório musical da Educativa FM, 107,7 (Maceió – AL).

[ Fonte: Site - Alagoanos / www.alagoanos.com.br ]


AO VIVO E AOS OUTROS (sinopse)

O cantor e compositor alagoano Mácleim lança hoje seu mais novo álbum, em show que acontece no Armazém Dom José, em Jaraguá, com entranda franca.

Já se passaram três anos desde o lançamento de "Internet Coco", o CD que lançou o talento do cantor e compositor Mácleim pelo munco afora.

A sofisticada mistura de Jazz, MPB e ritmos regionais proferida pelo alagoano encantou muita gente e abriu caminhos para a consolidação de sua carreira artistica.
Agora, quem se sentia órfão de sua qualidade musical pode se deleitar com seu novo trabalho, o álbum "Ao Vivo e Aos Outros".

O disco é um registro do Show "Depois do Carnaval", realizado no Teatro Jofre Soares, em Fevereiro de 2001.

Executadas por músicos experientes como Van Silva (baixo), Everaldo Borges (sax), Pardal (zabumba), Jiuliano Gomes (teclados) e Ronalsa (percussão), as faixas compiladas ampliam a fineza e os acabamentos dos arranjos em estúdio com virtuosismo bem dosado e feeling verdadeiro.

Para o show de hoje, a surpresa fica por conta da nova formação da banda que o acompanha. Com Noberto Vinhas ( violão e guitarra), Rony (trombone de vara), Beto (fluegelhorn) e Márcio Brebal (samplers), Mácleim promete imprimir novas sonoridades ás suas cançõess.


[ Fonte: Jornal "Gazeta de Alagoas", 29/01/2004 ] ]


DE ALAGOAS PARA O BRASIL (sinopse)
Por Marcelo Amorim

O som produzido em Alagoas segue em caravana por cidades do Sul e Sudeste do Brasil, como um prenúncio de que o trabalho de músicos e compositores locais ainda vai dar muito o que falar, e de bem, entre públicos dos quatros cantos deste País.

E o responsável no momento por este feito é o cantor e compositor Mácleim, que integra o grandioso Projeto Pixinguinha, criado há três décadas pela Fundação Nacional das Artes para fomentar e difundir a MPB.

O artista segue em caravana acompanhado pelo Grupo Vocal 4, do Rio de Jneiro/RJ e do baixista mineiro Ezequiel Lima. A cada apresentação, os três interagem no palco, cada qual com seu talento, unidos pela linguagem universal da música. A direção dos espetáculos é do competente Paulo Albuquerque.

E desta nova experiência, mais maduro e a cada dia melhor em seu trabalho, o cantor e compositor vai trazer também gravado em DVD o show que fez em Florianópolis/SC.

Antes de iniciarem a turnê, Mácleim, Ezequiel Lima e Nós 4 ensaiaram no auditório da histórica Radio Nacional, no Rio de Janeiro/RJ, palco por onde passaram grandes nomes da música brasileira.

Motivado, Mácleim vai retornar a Alagoas com fôlego renovado para a produção de seu próximo CD, "Esses Poetas", no qual pretende musicar poemas de escritores alagoanos, entre eles Jorge de Lima, Arriete Vilela e Sidney Wanderlei.

O artista lamenta apenas o fato das rádios locais ainda não divulgarem como deveriam o trabalho de músicos da terra. "É preciso haver esta compreensão, pois temos a cada dia cantores e compositores de qualidade, com bons discos lançados e que ainda permanecem desconhecidos do grande público", reforça.

[Fonte: (extinto) Jornal "Tribuna de Alagoas", 19/03/2006]


SEMPRE UM RECOMEÇO (sinopse)
Por Emília Bezerra

Mácleim, cantor e compositor alagoano, declara sua paixão pela música; de volta á terra natal, ele prepara um CD de "poesias musicadas" com participações especiais de Leureny, Júnior Almeida, Clarice ,Wilma Araújo, Carlos Moura e Djavan.

No ritmo do universo, do planeta que a cada dia se renova através dos movimentos de rotação e translação, alternando o curso das marés, da vida e das pessoas; nesse mesmo ritmo segue a trajetória musical do alagoano Mácleim. Cada dia, um recomeço; uma oportunidade de aprender novas nuanças para satisfazer aos caprichos se sua paixão: a música em suas mais variadas formas.

[ Fonte: Jornal "Tribuna Independente", 25/01/2008 ]



FRASES
Autor: Mácleim

Nota: Frases extraídas da seção "Cultura", de autoria de Mácleim, publicadas no Jornal "Extra - AL")


"É impressionante como os projetos culturais, aqui em Alagoas, são travados, obstruídos, sugados para o buraco negro gerado pela absoluta falta de visão daqueles que poderiam e deveriam facilitar, incentivar e dar graças a Deus por ter pessoas que pensam e querem realizar algo positivo"

"Infelizmente não pudemos aplaudir nossos artistas porque quem roubou a cena e deu um verdadeiro show de incompetência, mais uma vez, foi o poder público"

[ Fonte: Jornal "Extra", 07 a l3/09/2003 ]


"O mercado do showbusiness é sedutor e acena com o imã da ascensão rápida e glamourosa que, além da fama (que é completamente diferente do reconhecimento) tem todas as vantagaens financceiras e, para alguns, este é o fim capaz de justificar os meios"

[ Fonte: J. "Extra", 19 a 25/10/2003 ]


"Para quem não conhece o Zé da Flauta, ele é uma espécie de ícone da cultura pernambucana, não apenas como músio e produtor, mas, também, pelo engajamento criativo nos mais diversos setores onde é possível Pernambuco falar para o mundo"

[ Fonte: J. "Extra", 02 a 08/11/2003 ]

"Não quero abrir mão de convicções éticas e morais para, em troca, pertencer ao poderoso cartel. Não vou fazer parte disso para, deliberadamente, ter que viver em omissão. não aceito helotismo em minha vida. Não! recuso-me a estar do lado podre da laranja. Claro, agindo assim, por mais padoxal que seja, vai existir sempre a possibilidade sombria de, um dia, eu vir a ser mais um habitante das calçadas. Mas cá pra nós, é preciso correr esse risco"

[ Fonte: J. "Extra", 13 a 19/06/2004 ]


"Existe uma teoria que aponta para o posicionamaento geográfico de Alagoas, imprensada entre dois grandes pólos culturais, Bahia e Pernambuo, como um dos fatores responsável pela influência da produção musical desses Estados na música produzida aqui, sobretudo pelos jovens. Daí, facimente descabarem para o macaqueamento na tentaiva de copiar o que comercialmente está em voga"

[ Fonte: J. "Extra", 10 a 17/07/2005 ]


"Meu entusiasmo pela vida não permite que eu me sinta tão pré-histórico assim. Por isso, ás vezes, me custa entender a reação interrogativa das pessoas quando, em algumas letras de músicas que escrevo, cito acontecimentos que vivenciei e que parecem estranhos aos apelos atuais da modernidade. Em uma dessas músicas, "João Balaio", falo dos loucos de rua, na minha infância, e de alguns fatos do tempo da TV em preto em branco"

[ Fonte: J. "Extra", 04 a 10/09/2005 ]

[ Editado por Pedro Jorge ]


Sóstenes Lima


"Se o cordel é, por um lado, uma forma de olhar o mundo com a inocência dos tempos antigos e a sabedoria das camadas populares, temos no ciberespaço a feira eletrônica global, na qual as inquetações humanas explodem em múltiplas linguagens"
Sóstenes Lima
[ Fonte (frase): Jornal "Alagoas em Tempo" ]

Nome completo:
Nome artístico:

BIOGRAFIA

José Sóstenes Nascimento de Lima, ou Sóstenes Lima, como é conhecido, é compositor, cantor, escritor e produtor. Formado em Arquitetura e Urbanismo, pela UFAL (Universidade Federal de Alagoas), em Direito, pelo CESMAC (Centro de Estudos Superiores de Maceió/AL). É Analista Judiciário dos quadros do TRT da 19ª Região.

Nascido em Alagoas, iniciou sua trajetória artística no circuito dos festivais universitários nos anos 1980, fundando os Grupos "Arte Nova" e "Âmago de Rio".

Entre 1991 e 1999 consolidou uma carreira dentro do universo Gospel, com as bandas "Blues 126" e "Êxodus", vencendo diversos Festivais da Juventude Batista.

Em 2000 retornou ao trabalho com MPB. Tendo o seu trabalho calcado nos ritmos brasileiros, especialmente nordestinos, a exemplo do Xote, Baião, Coco, Maracatu, Boi de Carnaval, entre outros, fez a sua opção prioritária pela participação nos festivais do circuito alternativo do país, tendo classificado músicas nos mais importantes deles.

Com destacada participação em diversos Festivais do Brasil, já se apresentou no SESCANÇÃO/2000, em Aracaju/SE, FAMPOP/2000 em Avaré/SP, FEST SINHÁ/2000 em Itumbiara/GO, FEMUCIC de Maringá/PR em 2001, 2002 e 2004, além dos Festivais do SESC local, de 2000 e 2002, 2003 e 2004, enriquecendo sua discografia com gravações em CDs desses eventos. Apresentou, em 2000, o show “De vento e de silêncio” no Teatro de Arena.

Em 2001 produziu a 1ª Mostra Alagoana de Música, promovida pela ASSTRA e Memorial Pontes de Miranda, evento que conjugou música, artes plásticas, dança e literatura, em duas edições e apresentou o show “Casa de Silêncio e Verso”, com o poeta Otávio Cabral e Wilma Araújo, no Sururu de Capote.

Em 2002, integrando a Caravana Alagoana de Música realizou shows em Maringá(PR), Paranaguá(PR), Florianópolis(SC) e Porto Alegre(RS). Ainda em 2002 venceu o e-festival IBM, com a música “Noites de Bar”, abrindo show de Zélia Duncan, numa das etapas, e de Jorge Benjor, na final. Participou do Projeto Música é o Maior Barato em dezembro do mesmo ano.

Realizou show do dia do servidor público, a convite do SINDJUS, no Museu Théo Brandão, em agosto de 2003.

Participou da coletânea "Alagoas em Cena", lançada em agosto de 2004, na categoria música, com “Noites de Bar" e "Contos Com Doralinda e a Lenda do Trovão".
Foi vencedor do Festival do SESC/AL de 2004 com a música “S. Miguel dos Milagres”.

Realizou o show de aniversário de 4 anos do Grupo "Vestindo a Carapuça" no Projeto "Quintas Musicais", Teatro Jofre Soares, em 27/05/04. Apresentou-se no Projeto "MISA Acústico" em 14/08/2004.

Apresentou-se no Projeto "Palco Aberto" em 04/11/2004, inserindo a música “Pena de Mim” no CD "coletânea" do referido evento e apresentou-se no Projeto "Reviva Jaraguá" em 11/12/2004.
Foi selecionado como uma das atrações locais que abriram as apresentações do Projeto "Pixinguinha" e no Projeto "Música é o Maior Barato", ambos em 2005.

Foi um dos selecionados no programa "Itaú Rumos" 2004/2005, na categoria audioficções, com o trabalho "Doralinda".

SHOW - "TODAS AS CARAPUÇAS"

"Todas as carapuças" é o registro da trajetória do compositor Sóstenes Lima, nos últimos vinte anos, dentro e fora do Grupo "Vestindo a Carapuça", e o cruzamento deste com diversos músicos e parceiros.

No show Sóstenes mostra canções que, apesar de antigas, são praticamente inéditas, boa parte delas não constando do repertório do "Vestindo a Carapuça", fazendo experimentos com uma formação baixo/bateria/guitarra/teclados, diferente da formação acústica usual.

É a linguagem da poesia do compositor traduzida em canto numa amostragem rica e plural do atual panorama da música alagoana.

A banda é formada por Tony Augusto (guitarra), Van Silva (baixo), Márcio Almeida (teclados) e Betinho (bateria). O show ainda conta com a participação de convidados, como Nara Cordeiro, Clara Barreiros e Marcos Farias.

[ Fonte: Site - www.projetopalcoaberto.com.br ]




SHOW - "DO CORDEL AO BLOG: UMA VIAGEM DOS SONHOS" (sinopse)

O Projeto "Som do Arena", organizado pela Diteal (Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas), traz ao palco do Teatro de Arena Sérgio Cardoso no próximo dia 9, o espetáculo musical, de Sóstenes Lima, "Do Cordel ao Blog: Uma Viagem de Sonhos".

A banda que acompanha o compositor nesse show é formada pelos músicos Toni Augusto (guitarra), Félix Baygon (contrabaixo), Wilson Miranda (percussão) e Ludmila Monteiro (back-vocal).

A simbologia da literatura de cordel foi eleita por ser uma das mais importantes expressões artísticas do Nordeste, e muita rica, por ser abastecida de música, artes gráficas e litertura, especialmente a de tradição oral. Sóstenes coloca a simplicidade do cordel em contraponto ao mundo virtual.

A cenografia do espetáculo inclui um elemento típico da cultura popular nordestina, a xilogravura, produzida pela paulista Luciana Rego e transposta para tecido pelo também artista plástico Deyves. Além disso, compõem o cenário as mandalas de Tchello d'Barros.

[ Fonte: Jornal "Alagoas em Tempo", 06 a 08/10/2008 ]

[Editado por Pedro Jorge ]


CONTATOS
Telefone: (82) 9981 8464
e-mail: sosjatiuca@hotmail.com


Osman Araújo


"Ao longo da carreira, muitas pessoas passaram pela minha vida. E esse encontro só é possível graças á supremacia da música. Deus, minha família e a música são o que me movem"
Osman Araújo
[ Fonte: Jornal "Tribuna Independente" ]


Nome completo: (Carece de fonte)
Nome artístico: Osman Araújo
Data de nascimento: (Carece de fonte)
Local: Palmeira dos Índios/AL
Gênero: MPB.


BIOGRAFIA

O cantor, compositor e músico Osman Araújo é alagoano de Palmeira dos Índios. Ele iniciou a sua trajetória artística em 1973, tocando bateria e cantando no grupo infanto-juvenil "Milionários Jr.". Ainda em sua cidade natal teve a oportunidade de dividir o palco com seu pai, José, tocando bateria na banda "Os Tremendões".

Em seu currículo artístico, Osman participou em 1982 como baterista e cantor do Grupo "Corpo e Alma" e, no ano seguinte integrou a Banda "Raizes".

Seu primeiro show solo "Estrela Cintilante" foi em 1986, no palco do Teatro deodoro. No início dos anos 1990, o cantor e compositor muda para o Rio de Janeiro/RJ, após gravar seu primeiro álbum "Tempo", onde tocou em algumas boates.

De volta a Maceió/AL, em 1995, Osman grava o segundo CD "Outros Caminhos". E, em 1996, é considerado o melhor intérprete da etapa Alagoas do Festival da Globo "Canta Nordeste", com a música "Voo de Ícaro", composta em parceria com Marcos Pellinho. O terceiro CD chamado "Terceiro" surge em 2001. Suas composições já foram gravadas por artistas alagoanos e de outros Estados brasileiros.

Além de cantar, Osman participou da produção e direção de um Festival de Rock, sendo responsável pelo lançamento das 10 melhores bandas de Pop Rock da capital alagoana, na década de 1980. Participou também de eventos como "Música é o Maior Barato" e de duas etapas do Projeto "Pixinguinha".

Em 2008, o cantor criou a Banda "Trem Balla", com a partiipação dos músicos Fabinho Oliveira (baixo), Toni Augusto (guitarra) e Balla (bateria).

[ Por Pedro Jorge ]




OSMAN GRAVA, HOJE, DISCO AO VIVO

O cantor e compositor Osman prepara seu quarto disco que será gravado hoje, ao vivo, durante a realização do "Teatro Deodoro é o Maior Barato". No repertório, as melhores músicas dos seus trabalhos anteriores ganharão novos arranjos. o show terá ainda a participação de outros artistas locais além de três canções inéditas.

Osman nasceu em Palmeira dos Índios, uma das principais cidades do Estado de Alagoas, no dia 1º de Julho de 1961. Ele é o segundo filho de uma família de cinco irmãos. Sua mãe Estela e seu pai José foram os principais incentivadores de sua carreira artística.

Foi por intermédio de seu pai, também músico, que Osman começou a ter as primeiras visões da arte mais presentes em sua vida. Acompanhando os ensaios dos grupos em que seu pai atuava, é que seu interesse pela música se desenvolveu mais acentuadamente.

Já a partir do ano de 1973, como cantor e baterista do grupo "os Milionários", Osman viajava por todo o interior do Estado em diversas apresentações. Este grupo formado inteiramente por crianças de 13 anos fazia sucesso e foi assim um dos precursores dos grupos hoje conhecidos e cultuados pelas faixas mais jovens em todo o País.

A seguir, foi convidado para atuar no grupo principal formado por adultos e que tinha o mesmo nome. Teve uma fase de trabalho bastante intensa e produtiva já que o grupo era um dos mais prestigiados e profissionais da região.

Em Maceió, a partir de 1980, fez parte o grupo "Corpo e Alma" e logo em seguida foi convidado para a banda "Raízes", a mais conceituada banda do Estado, que tinha uma agenda concorridíssima percorrendo todas as cidades das regiões vizinhas. A Banda "Raízes" ficou conhecida pelos saudosos carnavais e bailes realizados no centenário Clube Fênix Alagoana até meados dos anos 1990.

Em 1991, depois de gravar o seu primeiro álbum, "Tempo", Osman viajou para o Rio de Janeiro/RJ, onde durante cinco anos tocou e cantou em boates famosas como "Bier Klause", "Vinícius" (em Copacabana) e "Café Nice" (na Cinelândia), Centro da Cidade.

Lá, do Rio, compôs a música "Raízes Tambor" que deu nome ao primeiro disco da sua antiga Banda "Raízes" e que fez um enorme sucesso em todo o Estado de Alagoas e em outros Estados vizinhos.

De volta a Maceió, em 1996, gravou o segundo CD "Outros Caminhos" em que músicas como "Beija-Flor", "Por te Amar Demais", "Não Diga Não", "Marca de Amor Não Sai", "Voo de Ícaro" e outras, foram tocadas em todas as emissoras de rádio.

Antes, em 1995, com a música "Voo de Ícaro", Osman conseguiu o prêmio de melhor intérprete na etapa alagoana do Festival "Canta Nordeste".

Osman promete um show imperdível no Teatro Deodoro com a participação de Juliano Gomes (teclado), Fabinho Oliveira (baixo), Everaldo Borges (sax/flauta), Ricarddo Lopes (guitarra), Ronalso (percussão) e Dudú Ataíde (bateria).

[ Fonte: (extinto) Jornal "Tribuna de Alagoas", 29/06/2004 ]

[ Editado por Pedro Jorge ]