domingo, 6 de novembro de 2011

Rose D' Paula


Nome completo: Rosiete Ferreira dos Santos
Nome artístico: Rose D'Paula
Data de nascimento: 4 de dezembro de 1965
Local: Maceió/AL
Gênero: Popular-Romântico.


BIOGRAFIA

Rose D’ Paula, nome artístico de Rosiete Ferreira dos Santos (Maceió, 4 de dezembro de 1965) é uma cantora brasileira.

Nascida no Bairro de Bom Parto, cidade de Maceió, Alagoas, Brasil, com uma infânica humilde, não teve muitas oportunidades, apesar de mostrar claramente sua veia artística muito aparente. Liderava grupos artísticos musicais e teatrais na escola e no bairro em que morava.

TRAJETÓRIA ARTÍSTICA

Foi desde 1985 cantora de diversas bandas de baile no estado de Alagoas, entre elas Surf 2001, Banda PABX e Banda Luz. Fez curso de violão na Fundação Teatro Deodoro, e utiliza o instrumento como auxílio nas suas composições. No ano 2000 resolveu caminhar em sua carreira solo.

Rose busca na letra de suas músicas e nas obras que interpreta a melhor mensagem para repassar da melhor forma para seus fãs nos Estados de Alagoas, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Paraíba e sul do Rio Grande do Norte, mensagens de amor entre as pessoas.

DISCOGRAFIA

* Minha Voz (2000), Gravadora R Records
* Segundo Volume (2002), Gravadora R Records
* Rose D' Paula - Volume 3 (2003),Gravadora Gema
* A Próxima Estação (2005), Independente
* Eu Procuro (2008), Independente.

[ Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre ]

FAIXAS

Volume 1 - "Minha Voz" - R Records/2000

01. A Vida Virou Paixão
02. Oração de um Jovem Triste
03. Não Aprendi Dizer Adeus
04. Tortura de Amor
05. Ciranda de Roda
06. Menino de Rua
07. Esta Noite Minha Vida Vai Mudar
08. Fio de cabelo
09. Chão de Giz
10. Abandonada
11. Amigos Para Sempre
12. Custe o Que Custar
13. Coração Sem Juízo
14. Pout-pourri: Devolvi / Lama / Casa e Comida


Volume 2 - "Segundo Volume" - R Records/2002

01. Chuva de Prata
02. Lábios e Mel / Que Será
03. Esse Moço
04. José
05. Poema / Fracasso
06. Foi Assim
07. Mamãe, Estou Muito Feliz
08. Memórias
09. I Love you, Baby / Tá Combinado Assim
10. Quem Mandou Você errar / A vida é Assim
11. Foi Deus Que Fez Você
12. Concerto Para um Verão / Adeus Solidão
13. Meu Velho
14. Nem Morta
15. Amigos Para Sempre

Volume 3 - "Rose D'Paula" - Gema/2003

01. Oração Pelo Brasil
02. Fracasso
03. Fatalidade (Fatalitá)
04. Não Diga Nada
05. Tu e Eu
06. Diz Que Já Não Dá
07. Bendita És
08. Menino de Rua
09. Amigos Para Sempre (Friends For Life)
10. A Vida Virou Paixão
11. Quem Mandou Você Errar
12. A Vida é Mesmo Assim
13. Lábios de Mel
14. Concerto Para Um Verão (Concerto Pour Un Ete)

Volume 4 - "A Próxima Estação" - Independente/2005

01. Meu Grande Homem
02. Foi Tudo Culpa do Amor
03. Não Sei Se é Amor
04. Guarânia da Saudade
05. Perdida de Amor
06. Paixão Selvagem
07. Dio, Come Ti Amo
08. Teu Nome
09. Como Nossos Pais
10. Não Está Sozinho
11. Medley Dancing

Volume 5 - "Eu Procuro" - Independente/2008

01. Eu Procuro (Rose D' Paula / Mano Costa)
02. Devolva Minha Paz (Rose D' Paula / Mano Costa)
03. Sempre Vou te Amar (Rose D' Paula / Mano Costa)
04. Verdadeira Amizade (Ana Maria Álvares)
05. Louca Paixão (Rose D' Paula / Mano Costa)
06. Boneca Chinfrim (Rose D' Paula / Mano Costa)
07. Nasci Só Pra Você (Rose D' Paula / Mano Costa)
08. Tu e Eu (Rose D' Paula)
09. Deus é Puro Amor (Rose D' Paula / Mano Costa)
10. Já Te Esqueci (Rose D' Paula / Mano Costa)
11. Abismo da Paixão (Rose D' Paula / Mano Costa)


RELEASE

Rosiete Ferreira dos Santos, artisticamente, Rose D’ Paula, nascida em 04 de dezembro de 1965, na cidade de Maceió/AL, sempre teve sua veia artística em evidência desde a infância, principalmente onde estudava, no Colégio do SESI, em Maceió, onde naturalmente liderava sua turma com criatividade, desenvolvendo trabalhos artísticos e culturais, em eventos no colégio.

Teve sua adolescência recheada por fontes culturais, principalmente por intérpretes como Maria Bethânia, Gal Costa, Elba Ramalho, Núbia Lafayette, entre outros nomes da MPB, onde lhe serviram de influências até os dias de hoje, onde Rose ainda as admira.

Em seu início de vida profissional, a partir de 1980, passou a cantar em bandas de baile, como Surf 2000 e Banda Luz, entre outras, onde sempre se destacava. Em 1990 passou a cantar em bares da cidade de Maceió, sempre com seu estilo inconfundível e marcante, recebeu a idéia de seus fãs para galgar um novo degrau: gravar o seu primeiro CD. Foi quando lhe apareceu a oportunidade, no ano 2000, na gravadora local R Records, onde gravou o seu primeiro CD intitulado "Minha Voz".

Com um sucesso estrondoso, este primeiro CD alcançou a marca de 100 mil cópias vendidas, conforme dados da gravadora R Records, tendo sido publicado uma matéria na Revista, de tiragem nacional, "TV Sucesso", tendo recebido convite da própria gravadora para mais um novo volume, desta vez intitulado Volume 2. Outro sucesso de vendas! Chegando a chamar a atenção da gravadora nacional Gema, onde, mais uma vez, Rose emplacou o quadro de campeões de vendas da gravadora, ao gravar o seu terceiro CD, alcançando o nordeste e diversos Estados do Brasil.

Até que, no ano de 2004, Rose inova mais uma vez: grava o quarto CD de sua carreira artística, desta vez de forma independente. Intitulado A Próxima Estação, como o nome revela, uma nova fase de sua vida está acontecendo, onde ela mostra uma face de intérprete de obras de artistas alagoanos, como Eudes e Zuza, Agnelo Gouveia, H. Cordeiro, entre outros e a própria cantora também revela ser compositora, como na música "Meu Grande Homem", tema obrigatório do repertório do show da cantora.

No ano de 2008, resolve gravar as suas próprias composições, onde, com o auxílio de seu marido, o músico/arranjador Mano Costa, ela mostra a interpretação de suas próprias canções, revelando-se uma compositora eclética, falando mais do amor do que nunca. Revelando que encontrou inspiração nos anjos e em cenas de amor que ocorriam com amigas suas ou fãs, as adaptou para obras musicais lindíssimas com arranjos arrojados de seu marido.
Assim nasceu o atual CD de Rose D’ Paula, intitulado Eu Procuro, mais uma vez de forma independente, a intérprete/compositora vem confiando em Deus, nos seus fãs e amigos que lhe apóiam a cada projeto profissional.


Rose tem como principal projeto, para breve, o lançamento de seu primeiro DVD, onde, ela promete que virá lindíssimo e cheio de novidades.

[ Fonte: Site - rosedpaula.com.br ]

[ Editado por Pedro Jorge ]


CONTATOS
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Célio Roberto


BIOGRAFIA

O cantor e compositor Célio Roberto nasceu no ano de 1945, em Maceió/AL.

De estilo romântico, iniciou a sua carreira artística na cidade de Recife/PE, no começo dos anos 1970. Já percorreu toda a América do Sul fazendo apresentações. Ganhou três discos de ouro pelos LPs "Não toque esta música", "Homem de pedra" e "Minha confissão". Também já gravou músicas evangélicas e recebeu em São Paulo o troféu "O melhor da noite de São Paulo", com a música "A canção dos Êxodos".

Em 1976, "Não toque essa música" seu grande sucesso, foi gravada pelo Trio da Vitória.

Em 2000, teve o "Rock do Jegue", parceria com Bráulio de Castro, interpretado por Genival Lacerda em show na casa "Coringa", em São Paulo, transformado em CD gravado ao vivo.

Em 2002, lançou o terceiro CD da carreira, "Quero teu amor", no qual interpretou, entre outras composições, os sucessos "Não Toque Essa Música" e "Homem de Pedra", além de "Rock do Jegue".

Em 2003, participou da "Super Coletânea Brega", interpretando "Não Toque Essa Música", "Fantasia de Amor"e "Eu Quero Teu Amor". Nesse mesmo período, sua composição "Mula preta", em parceria com Carlos Santorelli e J.Oliveira, gravada por Almir Rogério foi relançada no CD "As Vinte Melhores de Almir Rogério".




DISCOGRAFIA

(s/d) Não Toque Essa música/LP
(s/d) Homem de Pedra/LP
(s/d) Minha Confissão/LP
(2002) Quero Teu Amor/CD

[ Fonte: Site - www.dicionariompb.com.br ]


Célio Roberto - "O Cigano"

Célio é um apaixonado, sempre compõe músicas românticas. Ele é um dos principais representantes da nossa Música Popular Romântica . Fã de Elvis Presley, sempre se vestiu com roupas alegres, coloridas, sapatos bicolores, cintos com fivela e óculos escuros, recebendo o codinome "O Cigano".

Até 2007 Célio Roberto gravou 16 LPs, 20 compactos e cinco CDs. Adepto da natureza, outra característica do cantor é a prática do alterofilismo, algo que cultua até hoje, tendo iniciado o fisiculturismo aos 18 anos.

Célio Roberto é bem resolvido quanto seu estilo musical. É assumidamente 'brega' pois acha um sinônimo de romantismo. O cantor reside em São Paulo e está em franca atividade profissional, viaja boa parte do país levando seu romantismo.

[ Fonte: Blog - agenciafm.blogspot.com ]


PERFIL ARTÍSTICO


Começou a vencer na carreira artística em Pernambuco, iniciou a carreira na década de 60 no programa de Odete Pacheco, em sua cidade natal. O sucesso obrigou Célio Roberto a viajar por quase toda América do Sul, cantando com grande sucesso o cancioneiro latino em países como Argentina, Uruguai - onde residiu por dois anos -, Paraguai, Bolívia, Colômbia, Venezuela e no Chile, onde participou de um dos mais importantes festivais "Vinha Del Mar". Ao retornar para o Brasil (São Paulo/SP), gravou em várias gravadoras: Continental, RGE, RCA, Copacabana, 3M e Som Livre.

Quando tinha apenas dez anos de trabalho na noite paulista, recebeu o prêmio de “Melhor Cantor da Noite Paulista” ofertado pela conceituada Revista do Rádio...

Célio Roberto iniciou sua carreira na Rádio Difusora de Maceió. Depois, foi contratado pela rádio Jornal do Comércio, em Recife/PE, lá obteve um dos maiores sucessos em programas de TVs e de rádios. Seu talento chamou atenção da gravadora Mocambo, de quem foi contratado.

O primeiro sucesso viria com a gravação de uma versão da música "América "("O Primo da América"). A repercussão desse sucesso o trouxe para o sudeste do País. "Nunca fui Amado", frevo de autoria de Gildo Branco, foi seu segundo sucesso. O cantor recebeu um convite do conceituado apresentador Antônio Aguilar ("Festival da Juventude"), para se apresentar no programa da TV Excelsior, São Paulo, uma das grandes audiências da época.

Ao chegar em São Paulo, trabalhou nas principais casas noturnas tendo sido homenageado com o troféu de Melhor Cantor da Noite Paulista, oferecido anualmente pela conceituada Revista do Rádio entre outras. Na TV, Célio Roberto participou dos principais programas de Tvs do País: Bolinha, Sílvio Santos, Raul Gil, Chacrinha, Flávio Cavalcante, Almoço com as Estrelas , Clube dos Artistas, entre outros.

Seu grande sucesso foi "Não toque essa música", que vendeu 250 mil cópias.

Muito querido no meio artístico, fez amizade com vários cantores. Gravou 16 LPs, 20 compactos e cinco CDs, que somaram milhões de cópias. Participou dos programas musicais mais importantes da televisão brasileira.

Em 1964, apresentou "Turbilhão" - um programa de juventude nos moldes do "Jovem Guarda", onde se apresentavam: Luiz Carlos Clay, Luiz Carlos Magno, Kátia Cilene, Reginaldo Rossi, Artiz Artoni, Carmen Artoni e vários outros nomes de sucesso.

Em 2008, participou do programa do SBT "Rei Majestade", apresentado por Sílvio Santos, sendo agraciado com a coroa de prata.

[ Fonte: Blog - elizabethdiariodamusica.blogspot.com ]

JORNAL SERTANEJO [ Abril de 2010 ]

Célio Roberto emplacou vários sucessos entre eles "Não Toque Essa Música", do seu primeiro disco; O segundo disco trouxe o sucesso Minha Confissão (Ave Maria); tendo recebido Disco de Ouro. "Homem de Pedra" foi o carro-chefe do terceiro disco. "Inferno da Vida"/"Kiss-me Quick" foram outros hits de sua carreira.

Outras importantes gravações como: “Quatro Pneus Arriados", "Blusa Vermelha", "Quem Será Seu Outro Amor" , "Um Certo Amor" ("Cavallo Viejo"). Como compositor pode-se citar a canção "Dá-se Amor Para Mim", gravada no Canadá, por Carmen Silva, com divulgação em dez países. É o autor de "Rock do Jegue", grande sucesso na voz de Genival Lacerda. Célio Roberto foi o primeiro a gravar a canção "Entre Tapas e Beijos", mais tarde seria sucesso na voz da dupla sertaneja Leandro & Leonardo.

Vários sucessos interpretados por Célio Roberto foram relançados em coletâneas da gravadora Som Livre exemplo "Minha Confissão", "Fantasia de Amor" e "Não Toque Essa Música".

Gravou um CD de canções cristãs com músicas consagradas em todo o mundo: "Menino Deus" [Thers no More can], "Meu Deus está em mim" [My Way], "Creio em Ti" [I Believe], "Segura na Mão de Deus "[Son of Good], "O Pregador" [There goes my Every Thing] ,"Exodus" ,entre outras.

No seu mais recente CD, lançado pela Ouro Record, inclui regravações de alguns de seus grandes sucesso como "Não Toque Essa Música", "Homem de Pedra", "Kiss-me Quick", "Não são Palavras Lindas" e "O Rock do Jegue". Completando o CD, gravou as faixas inéditas "Fantasia de Amor" e "Eu Quero seu Amor", sendo bem executada no País.

[ Fonte: "Jornal 'Sertanejo'", Abril de 2010 ]

[ Editado por Pedro Jorge ]


CONTATOS PARA SHOWS
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(11)9847-9789 [Francisco Martins]

Banda Mopho


INFORMAÇÃO GERAL

Origem: Maceió/AL
País: Brasil
Gênero: Rock Psicodélico, Rock Clássico, Hard Rock e Folk Rock
Período em atividade: Desde 1996
Gravadora(s): Baratos Afins e Pisces Records

Integrantes:
João Paulo
Hélio Pisca
Junior Bocão
Dinho Zampier

Ex-integrantes:
Leonardo Luiz
Marcelo Mascaro
Daniel Meira

HISTÓRIA

Mopho é uma banda brasileira de rock and roll formada em 1996, na cidade de Maceió, Alagoas. Seus integrantes são João Paulo (guitarra e voz), Hélio Pisca (bateria), Junior Bocão (baixo e voz) e Dinho Zampier (teclado). O tecladista da formação original é Leonardo Luiz. A Banda tem suas origens em 1989 na cidade de Arapiraca, agreste alagoano, quando João Paulo e Junior Bocão formam uma banda cover de Beatles.

Em 1994, João Paulo muda-se para Maceió e forma a banda Água Mineral, de Rock and Roll e Blues, e em 1996, muda o nome da banda para Mopho. O nome é originado de brincadeiras de amigos que, na efervescência do movimento Manguebeat em Recife, disseram que a banda ia "mofar" no estúdio. Em 1997, João Paulo, Hélio Pisca e Alessandro Aru gravam a primeira demo tape da banda intitulada de "Uma Leitura Mineral Incrível", que foi lançada apenas em formato K7 e com forte sonoridade de rock progressivo.

Em 1998, após a saída de Alessandro Aru e a entrada de Junior Bocão e Leonardo Luiz, a banda grava a segunda demo tape com o nome de "Um Dia de Cada Vez", esta já em CD.




MOPHO

O homônimo álbum, produzido por Luiz Calanca, foi gravado em 1999 e lançado em 2000 pelo selo paulistano Baratos Afins. Este trabalho foi muito aclamado pela crítica nacional e projetou a banda em importantes festivais de música independente como Abril Pro Rock, Porão do Rock, Balaio Brasil, Festival de Inverno De Garanhuns. Com o disco, a banda chegou a figurar em um TOP 35 da rádio californiana KALX, de Berkeley, e arrancou vários elogios como do ex-
Mutantes Arnaldo Baptista, do maestro Rogédio Duprat, até de uma banda americana Wondermints, que acompanhava o Brian Wilson, do The Beach Boys, em turnê.
Este álbum é considerado um dos melhores álbuns da década de 2000.

Sine Diabolo Nullus Deus

Após o grande sucesso do primeiro álbum, a banda se dissolve em 2003 quando estava prestes a lançar o segundo trabalho. Junior Bocão e Hélio Pisca vão para São Paulo e formam a banda Casa Flutuante, enquanto João Paulo grava com Leonardo o Sine Diabolo Nullus Deus, lançado pela Baratos Afins em 2004.

Casa Flutuante

Instalados em São Paulo, Bocão e Hélio Pisca lança em 2004 o disco "A Terra É Nossa Casa Flutuante".

Volume 3

Em 2008, após cinco anos separados, o grupo anuncia o retorno e com planos para um novo disco. Em 2011, o disco "Volume 3" é lançado pela Pisces Records.



DISCOGRAFIA


ÁLBUNS DE ESTÚDIO

2000 - "Mopho"

Faixas:
01 - Nada Vai Mudar;
02 - A Geladeira;
03 - Não Mande Flores;
04 - Ela Me Deu Um Beijo;
05 - Tudo Vai Mudar;
06 - Tão Longe;
07 - Uma Leitura Mineral Incrível;
08 - Eu Quero Tudo;
09 - A Carta;
10 - Já Não é Mais;
11 - Mosca Sobre a Cabeça;
12 - Um Dia de Cada Vez;
13 - Vamos Curtir Um Barato (Meu Bem)

2004 - "Sine Diabolo Nullus Deus"

Faixas:
01 - A Música Que Fiz Pra Você;
02 - O Amor é Feito de Plástico;
03 - Caixa de Vidro;
04 - Tanto Barulho Por Nada;
05 - Eu Não Vou Chorar;
06 - Por Um Punhado de Dólares;
07 - Eu Segui o Brilho do Sol;
08 - Quando Você Me Disse Adeus;
09 - Sine Diabolos Nullus Deus;
10 - Um Lindo Dia de Sol;
11 - Hoje Eu Lembrei do Seu Sorriso;
12 - Nunca Deixei de Acreditar;
13 - Well, Well... Oh Yeah!

2011 - "Volume 3"

Faixas:
01 - Dani Rabiscou;
02 - Quanto Vale Um Pensamento Seu;
03 - As Marias;
04 - Pessoas São de Vidro;
05 - Prelúdio;
06 - Você Sabe Muito Bem;
07 - Caleidoscópio;
08 - A Malvada;
09 - Produto Ordinário Popular;
10 - O Infinito

ÁLBUNS DE DEMONSTRAÇÃO

1997 - "Uma Leitura Mineral Incrível"

Faixas:
01 - Eu Quero Tudo;
02 - Uma Leitura Mineral Incrível;
03 - Mosca Sobre a Cabeça;
04 - A Geladeira.

1998 - Um Dia de Cada Vez

Faixas:
01 - Não Mande Flores;
02 - Nada Vai Mudar;
03 -Vamos Curtir Um Barato (Meu Bem);
04 - Um Dia de Cada Vez;
05 - Ela Me Deu Um Beijo

2003 - Do disco "Sine Diabolo Nullus Deus"

Faixas:
01 - O Amor é Feito de Plástico;
02 - A Música Que Fiz Pra Você;
03 - Hoje Eu Lembrei Do Seu Sorriso;
04 -Imaginação;
05 - Mais Um Dia;
06 - Tanto Barulho Por Nada;
07 - Um Lindo Dia de Sol

PARTICIPAÇÕES

2001 - Revista Trip 81 Musikaos (Participação com a música "Uma Leitura Mineral Incrível")

2006 - Trilha de Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock'n'Roll
(Participação com a música "Quando Você Me Disse Adeus")


[ Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre ]



JOÃO PAULO ( Entrevista )


A banda Mopho é para todos que viveram intensamente os anos 1960 e 70, da década passada, seja na própria época ou através de discos fantásticos. Usando as referências corretas com cérebro e disposição, o quarteto alagoano já entrou no panteão da psicodelia, sentando ao lado de seus grandes mestres. O flashback é forte. Um disco irrepreensível, obrigatório para saudosistas que não se contentam com a nostalgia.

O Esquema - Resuma a história da banda do início ao contato com a Baratos Afins.
João Paulo - A banda tem basicamente três anos. Antes de eu e o (Hélio) Pisca, o baterista, montarmos a banda, nós já tocávamos em várias bandas de Maceió, basicamente conjuntos de covers. Até que montamos uma banda chamada Água Mineral, que tinha influências sessentistas, mas era mais voltado para o hard rock, mesmo porque era um power trio, não tinha o teclado que acabou dando esse toque mais anos 1960. Esse grupo durou uns dois anos e fizemos um trabalho de demonstração em 1995 e a partir de 96 começamos a trabalhar o material. Nessa época começamos a tocar com o Leonardo, que é o tecladista, só que como músico convidado. Daí o Alessandro, que era o baixista original, saiu e entrou o (Junior) Bocão, na época de lançamento deste demonstrativo. Desde 97 a formação está estabilizada. Mudamos o nome da banda por causa daquela música da Timbalada, "Água Mineral", que fez com que muitas pessoas achassem que tocávamos essa música. Além disso, como tocávamos alguns blues no repertório, as pessoas passaram a pensar que era uma banda de blues. Todo mundo estava confundindo tudo, então resolvemos mudar o nome.

OE - E o Mopho saiu de onde?
JP - Veio de alguma forma que as pessoas nos satirizavam aqui. Estava em plena época da efervescência do Mangue Beat, com aquelas coisas de ritmos regionais ao lado de Rock e Funk. Logo definiram que a gente era datado e aquilo era moderno. Então a gente ouviu um comentário maldoso, dizendo que a nossa banda ia acabar mofando e resolvemos adaptar isso…

Engraçado, é a mesma história do Led Zeppelin, que o baterista do The Who, Keith Moon, disse que o novo grupo do Jimmy Page ia subir como um zepelim de chumbo e o Page ficou sabendo e adotou o nome como uma forma de assumir o desafio.

Pois é, é bem isso. Aí naquele disco do U2, Pop, havia uma música que se chamava Mopho, com PH, e achei a grafia muito interessante e passei a pensar no nome da banda. “Mofo”. Não há como falar “mofo” de outro jeito, em todo Brasil é dito do mesmo jeito. Optamos pelo PH para fazer uma conexão com o Pholhas (antigo grupo sessentista brasileiro) também (risos)…

OE - E o contato com a Baratos Afins?
JP - Foi uma coisa natural, porque desde os anos 1970 eu conheço a Baratos… Hoje é muito bonito você chegar na mídia e dizer que gosta de Mutantes, mas houve um tempo que não tinha nada dos caras… E a Baratos relançou. Não só Mutantes, como os solos do Arnaldo Baptista e uma série de outros grupos. Então foi natural mandar a fita pra Baratos. Mas quando mandamos o CD demonstrativo "Um Dia de Cada Vez" começaram a acontecer umas coisas legais. O Frank Jorge, da Graforréia Xilarmônica e dos Cowboys Espirituais, mostrou o disco para o Carlos Eduardo Miranda, que mostrou para o Fernando Rosa, de Brasília, que tem uma revista virtual bem legal, chamada Senhor F, só sobre rock dos anos 1960 e 70 e influências…

Isso criou um certo buxixo, as pessoas começaram a querer conhecer a gente. Até que o Ricardo Alexandre, do Estado de S. Paulo, entrevistou o Arnaldo Baptista, dos Mutantes, e mostrou várias músicas novas, entre elas "Não Mande Flores" da gente, pra ele comentar. Ele falou muito bem da gente e o Calanca, da Baratos, ficou interessado na gente. Aí a gente tava gravando o primeiro CD aí em São Paulo quando faltou grana pra mixagem. Ficamos muito chateados, estávamos gravando com uma grana que a gente não tinha numa cidade que a gente não conhecia. Fomos na Baratos, eu ia comprar aquele disco do Arnaldo, "Disco Voador". Aí conhecemos o Calanca e ficamos conversando com ele. Até que falamos que éramos de Maceió e o cara pega um papel, amassa e fala pra gente “Amassei, ó!”, cheio de risada. Achávamos que ele tava sacaneando a gente. Então eu disse que eu era da Mopho e o cara arregalou o olho: “O QUÊ!! Você tá brincando!!”, tirou foto com a gente. Formou uma amizade, a gente saiu pra tomar umas geladas quando a gente disse que o disco faltava ser mixado e távamos procurando alguém para lançar o disco. Ele se declarou um grande admirador do nosso trabalho, o que nos deixou extremamente lisonjeados, não só pela figura humana que ele é, mas pelos serviços prestados ao Rock Nacional. Ter um disco lançado pela Baratos era como um sonho.

OE - O disco ficou do jeito que vocês queriam?
JP - Do jeitinho exato não. Mas é o primeiro disco, você sabe… Se fôssemos sair por uma gravadora maior, talvez pudessem descaracterizar mais o som. A mixagem também foi rápida, fizemos em 15 horas, nem pudemos colocar efeitos de estéreo, que é uma coisa que eu sempre gosto de ouvir, como arranjar o nível e o timbre de cada instrumento. A concepção da capa também é interessante, mas aquele reloginho não tem nada a ver, parece um relógio Cosmos (risos)… Se fosse uma ampulheta… A textura do papel também não é a ideal… Mas é assim, né cara, você não fica satisfeito nunca. A foto do encarte do CD foi outra confusão. Tiramos altas fotos com um conhecido nosso de São Paulo que é fotógrafo e se ofereceu pra fazer o trabalho, o Richard (Schoezel). Tudo no Ibirapuera, com aqueles monumentos… Aí o cara chega outro dia em casa, todo cabisbaixo… Alguém entrou no estúdio dele quando ele tava revelando e velou o filme… É dose, porque é o nosso dinheiro sendo jogado fora. Eu nunca ganhei NADA com a Mopho… NADA…

OE - Vocês escutam alguma coisa de música atual ou ficam só nos clássicos?
JP - Eu ouço de tudo, tenho a cabeça aberta pra tudo, gosto de Beck, de Ben Harper, Lenny Kravitz - não gostei desse último disco -, Cardigans, Garbage, Manic Street Preachers… Tento me atualizar, mas tem muita banda que o povo fala que não é legal. Ganhei um presente do Fernando Rosa que é fantástico, cinco CD-Rs com coisas obscuras do Rock Nacional. Bandas que sequer tiveram um breve reconhecimento público e que são maravilhosos, que batem bem forte na psicodelia.

OE - Dá pra fazer uma lista dos 10 discos mais importantes pra Mopho?
JP - Dez é pouco, mas posso tentar… "Revolver", dos Beatles, é o primeiro. "A Divina Comédia" dos Mutantes é outro. "Pet Sounds" dos Beach Boys. "Houses of the Holy", eu adoro Led Zeppelin. O "Electric Ladyland" - Jimi Hendrix Experience. Uma coletânea dos Byrds tirada de uma caixa de 4 CDs chamada "20 Essential Tracks". O "Há Dez Mil Anos Atrás" do Raul Seixas. O último disco do Casa das Máquinas, "Casa de Rock".

Aí começa o lado hard rock, ponha também o "Stormbringer" do Deep Purple. E o "Talking Book", do Stevie Wonder, que é um disco fantástico. Tudo do Cream, tudo, tudo… Se for pra escolher, fico com o Wheels of Fire, que é duplo. O Who’s Next, do The Who. O Hot Rats, de Frank Zappa, que sem dúvida é uma grande influência. Sabbath Bloody Sabbath, do Black Sabbath… E Sticky Fingers, dos Rollling Stones, que não é um disco psicodélico, mas é o melhor disco deles. Pô, tem Brown Sugar e Sister Morphine, não precisa de muito mais que isso, mas tem muito mais ali. Eu sou um consumidor compulsivo de discos, eu só parei porque tô sem grana. Tenho muitos vinis, que é uma coisa que eu compro até hoje… Tenho uns mil vinis, uns cem CDs e vários cassetes, coisas que eu não consigo comprar, gravo muitas fitas cassete… "Big Star", o primeiro do McCartney é um disco lindo, o primeiro dos Wings, "Wild Life", foi um disco que nos ajudou muito a passar da fase dos covers pra compor músicas próprias. Eu acabo sendo injusto com muita gente… A primeira fase do David Bowie. Até Kiss, o "Kiss Alive I" é um melhor disco ao vivo da história do rock, um disco que tem uma qualidade técnica sofrível.

Tudo nacional dos anos 1960 e 70 eu ouço, eu gosto… Roberto Carlos, pô, é a maior injustiça não reconhecerem o valor desse cara. Muita gente tira uma na gente porque a gente gosta de Roberto, mas pô, é muito bom, aquela fase soul, o disco "O Inimitável", o disco de 1972… Uma música como "A Carta" só podia ter saído do Roberto Carlos, eu brinco que é o "Saucerful of Secrets" do Roberto Carlos (risos)…

OE - Faltou Pink Floyd.
JP - Com certeza! Desde o "Dark Side of the Moon", que é um disco que nos inspirou bastante até o primeiro, que é psicodelia pura aos solos do Syd Barrett… Eu ouço o Atom Heart Mother até hoje. 60% da nossa sonoridade vem desses discos… Gosto de blues, Howlin’ Wolf, Robert Johnson…

OE - Love?
JP - Eu gosto de Love, mas não assimilei muita coisa ainda pra dizer que é influência. Música negra em geral, soul e funk são fundamentais… Booker T & the MGs, Wilson Pickett, Otis Redding é um dos meus cantores favoritos, Try a Little Tenderness é a segunda melhor música de todos os tempos?

OE - E qual é a primeira?
JP - Eu só não disse a primeira, porque eu não sei.

OE - "God Only Knows" ou "Tomorrow Never Knows"?
JP - É mesmo (risos). Páreo duro. Só Deus sabe.

OE - Amanhã nunca se sabe…
JP - É isso aí (risos)!

[ Fonte: Site - www.oesquema.com.br ]

[ Editado por Pedro Jorge ]


Djavan


INFORMAÇÃO GERAL

Nome completo: Djavan Caetano Viana
Data de Nascimento: 27 de janeiro de 1949
Origem: Maceió/AL
País: Brasil
Gêneros: MPB, Samba, Bossa Nova e Xote
Instrumentos: violão e guitarra
Gravadora(s): Luanda Records e Biscoito Fino
Influência(s): Gilberto Gil, Jair Rodrigues, Astrud Gilberto,
Caetano Veloso, Tom Jobim, Milton Nascimento, Ângela Maria, Nelson Gonçalves e The Beatles
Página oficial: Djavan - Site Oficial

Djavan Caetano Viana (Maceió, 27 de janeiro de 1949) é um cantor, compositor, produtor musical e violonista brasileiro.
Djavan combina tradicionais ritmos sul-americanos com música popular dos Estados Unidos, Europa e África. Entre seus sucessos musicais destacam-se, "Seduzir", "Flor de Lis", "Lilás", "Pétala", "Se…", "Eu te Devoro", "Açaí", "Segredo", "A Ilha", "Faltando um Pedaço", "Oceano", "Esquinas", "Samurai" e "Boa Noite".


1949—1973: o início

As músicas de Djavan são conhecidas pelas suas "cores". Ele retrata muito bem em suas composições a riqueza das cores do dia-a-dia e se utiliza de seus elementos em construções metafóricas que nenhum outro compositor consegue nem mesmo ousar. As músicas são amplas, confortáveis chegando ao requinte de um luxo acessível a todos. Até hoje é conhecido mundialmente pela sua tradição e o ritmo da música cantada.
Nascido em Maceió, capital de Alagoas, filho de uma mãe afro-brasileira e de um pai ambulante. Sua mãe, lavadeira, entoava canções de Ângela Maria e Nelson Gonçalves.

Djavan poderia ter sido jogador de futebol. Lá pelos 11, 12 anos, o garoto Djavan Caetano Viana divide seu tempo e sua paixão entre o jogo de bola nas várzeas de Maceió e o equipamento de som quadrifônico da casa de Dr. Ismar Gatto, pai de um amigo de escola.

Da primeira paixão, despontava como meio-campo no time do CSA, onde poderia ter feito até carreira profissional. Mas é na viagem sonora pela coleção de discos do Dr. Ismar, que para o pequeno alagoano parecia conter toda a música do mundo, que desponta um artista: o compositor, cantor, violonista e arranjador Djavan.

Nascido em 27 de janeiro de 1949, em família pobre, aprende violão sozinho, nas deficientes cifras de revistas do jornaleiro. Aos 18, já anima bailes da cidade com o conjunto Luz, Som, Dimensão (LSD). Não demora a ter certeza: precisa compor. Aos dezenove anos deixou definitivamente o futebol e passou a dedicar-se apenas à música.

Aos 23, chega ao Rio de Janeiro para tentar a sorte no mercado musical. É crooner de boates famosas - Number One e 706. Com a ajuda de Edson Mauro, radialista e conterrâneo, conhece João Mello, produtor da Som Livre, que o leva para a TV Globo. Passa a cantar trilhas sonoras de novelas, para as quais grava músicas de compositores consagrados como "Alegre Menina" (Jorge Amado e Dorival Caymmi), da novela "Gabriela"; e "Calmaria e Vendaval" (Toquinho e Vinícius de Moraes), da novela "Fogo sobre Terra".

1975—1976: "Fato Consumado", o abre-alas

Em três anos, nas horas vagas do microfone, compõe mais de 60 músicas, de variados gêneros. Com uma delas, "Fato Consumado", tira segundo lugar no Festival Abertura, realizado pela Rede Globo em 1975, e chega ao estúdio da Som Livre . De lá sai com seu primeiro disco, das mãos do mítico (de Carmen Miranda a Tom Jobim) produtor Aloysio de Oliveira. "A voz, o violão, a música de Djavan", de 1976, é um disco de samba sacudido, sincopado e diferente de tudo que se fazia na época. Visto hoje, este trabalho não marca apenas a estreia de Djavan. Torna-o figura incontornável na história da música brasileira.

O seu primeiro álbum trouxe o "carro-chefe": "Flor de Lis" que se torna um grande hit nas rádios. [1][3] Além dos sucessos: "Flor de Lis" e "Fato Consumado", o álbum mostra outras composições que ganharam reconhecimento entre críticos e fãs: "Maria das Mercedes", "Embola Bola", "Para-Raio", "E Que Deus Ajude", etc.

1977—1979: "Cara de Índio"

Depois de algum tempo fez shows solos por durante três meses para a boate 706, posteriormente sairia da Somlivre integrando-se a Odeon. Djavan grava seu segundo disco, de nome homônimo: Djavan lançado em 1978 , posteriormente recebe o subtítulo de "Cara de índio" (a primeira faixa do álbum).

Além de "Cara de Índio" que retrata a cultura e a visão social dos índios brasileiros, o álbum possui a canção "Álibi" que em mesma época seria gravada por Maria Bethânia, se tornando um enorme sucesso no país, do qual seria faixa-título do álbum de maior sucesso da cantora: Álibi (sendo este o primeiro álbum na história da música brasileira, que por uma interprete feminina ultrapassou 1 milhão de cópias), entre outras canções seriam do mesmo álbum seriam regravadas: "Dupla Traição" por Nana Caymmi e "Samba Dobrado" por Elis Regina no Montreux Jazz Festival. Djavan também grava um videoclipe da canção "Serrado" para o programa Fantástico da Rede Globo mesmo não estando mais na Somlivre a fazendo se tornar mais um sucesso do artista, entre outras canções significantes ao álbum está "Nereci" estando em variadas coletâneas internacionais, sendo classificada na maioria como uma canção dançante.




1980: "Meu Bem Querer"

Empolgada com seu novo artista, a EMI-Odeon investe pesado no segundo disco, "Djavan". Com uma orquestra dos melhores músicos da praça de 1978, o álbum, marcado pela descoberta das grandes canções de amor e desamor, consagra-o como um compositor completo. Dois anos depois, em 1980, Djavan lança "Alumbramento" e mostra que, além de completo, dialoga bem com seus pares. O disco inaugura parcerias com Aldir Blanc, Cacasoem "Triste Baía de Guanabara" e Chico Buarque em "A Rosa", agora definitivamente colegas de primeiro time da MPB.

A esta altura, talento reconhecido por crítica e público, Djavan vê algumas de suas músicas ganharem outras vozes: Nana Caymmi grava "Dupla traição"; Maria Bethânia, “Álibi; Roberto Carlos, “A Ilha”; Gal Costa, “Açaí" e “Faltando um Pedaço”; e Caetano Veloso, retribuindo a homenagem do verbo "caetanear", substitui-o por "djavanear" em sua versão de "Sina".
A canção "Meu Bem Querer" foi trilha sonora da telenovela Rede Globo: "Coração Alado" como tema da personagem Vívian, interpretada por Vera Fischer. A música se tornou um dos maiores sucessos da carreira do cantor.

1981: "Seduzir"

Em 81 e 82, Djavan leva o prêmio de melhor compositor pela Associação Paulista dos Críticos de Arte. O ciclo vitorioso de lançamentos pela EMI-Odeon encerra-se em 1981, com "Seduzir". Um disco de afirmação, como o próprio Djavan escreveria em seu encarte: "O pouco que aprendi está aqui. Pleno. Dos pés à cabeça".

Depois de uma viagem de Djavan à cidade de Luanda na Angola, surgem as primeiras canções a falar da África e o início das turnês pelo Brasil, guiadas pela produtora Monique Gardenberg e o diretor Paulinho Albuquerque. O álbum "Seduzir" foi avaliado pela allmusic com nota máxima, onde o crítico Alex Henderson compara as composições e estilo musical de Djavan aos do Beatles e Stevie Wonder, além de citar como significantes faixas como "Seduzir", "Morena de Endoidecer", "Jogral" e "Faltando um Pedaço". Heranças de "Seduzir" são a primeira banda própria, Sururu de Capote, composta por Luiz Avellar no piano, Sizão Machado no baixo, Téo Lima como baterista e Zé Nogueira nos sopros.

1982—1983: "Luz" e o reconhecimento internacional

Em 1982, a música "Flor-de-lis", hit instantâneo do disco inaugural, torna-se o primeiro sucesso de Djavan no disputado mercado americano, na voz da diva Carmen McRae, com o título de "Upside Down". Chega o convite da gravadora CBS, futura Sony Music, e Djavan embarca para Los Angeles para gravar, sob a produção de Ronnie Foster, um dos principais nomes da soul música americana, "Luz" (1982), que tem a participação de Stevie Wonder na canção Samurai, além de outros imensos sucessos como Sina, Pétala , Açaí, Capim e Luz. O trabalho resulta em uma mescla da musicalidade brasileira típica de se exportar com a influência jazzy americana.

Em 1984, em Los Angeles, Djavan grava ainda um segundo disco, "Lilás". Seguem-se dois anos de viagens em turnê pelo mundo.
Ainda nesta época, Djavan se dedica a carreira de ator, no filme Para Viver um Grande Amor, filme de Miguel Faria Jr., no qual Djavan interpreta um mendigo apaixonado que se apaixona pela moça rica, interpretada por Patrícia Pillar. Djavan também produziu e compôs juntamente com Chico Buarque para a Para Viver um Grande Amor.

Em 1983 participou do maior hit, "Superfantástico", do grupo infantil de grande sucesso "Turma do Balão Mágico".

1984—1990: "Lilás", "Meu Lado","Não É Azul, mas É Mar" e "Oceano"

Djavan lança o álbum Lilás, com a faixa título: Lilás, que foi executada mais de 1.300 vezes nas rádios brasileiras em seu dia de estréia. O álbum ainda produz outro grande sucesso para as rádios: Esquinas. Em 1985, é lançada uma compilação do repertório dos álbuns Luz e Lilás nos EUA.

Em 1986, volta a gravar no Brasil. "Meu lado", além do retorno, é também um recomeço. Uma volta ao samba, já com estilo musical identificado pelo público, mas também um passeio por baiões, canções e baladas. Este é o Djavan em dez anos de carreira: explorador do som das palavras, das imagens inusitadas, da variedade rítmica, das brincadeiras com andamentos, melodias fora dos padrões e riqueza harmônica.

Presente em outras canções, a ancestralidade africana está impressa em "Meu lado", com a "Hino da Juventude Negra da África do Sul" e com ainda maior vigor em "Soweto", sua primeira canção efetivamente de protesto, música que abre "Não é azul, mas é mar" (1987), gravado novamente em Los Angeles e lançado como Bird of Paradise, com canções em inglês de Djavan, Stephe's Kingdom (com participação de Stevie Wonder) Bird of Paradise e Miss Sussana.

O disco seguinte, "Djavan" (1989), é lembrado como " aquele de 'Oceano' ", o clássico, uma daquelas raras canções perfeita em forma, conteúdo, música e letra. A faixa título, inclusa na trilha sonora da novela Top Model torna-se um dos maiores sucessos do compositor. O álbum produz ainda outros sucessos como "Cigano", "Avião" e "Mal de Mim", esta inclusa na minissérie da TV Globo "O Sorriso do Lagarto" .

Assim como Bird of Paradise , Oceano também é lançado no exterior em 1990, com o título de Puzzle of Hearts contendo versões em inglês para as faixas "Avião" (Being Cool),"Oceano" (Puzzle of Hearts) e "Curumim" (Amazon Farewell).


Anos 1990: diversificação de estilos em "Coisa de Acender", "Novena", "Malásia" e "Bicho Solto"

Djavan inicia os anos 90 com o aclamado álbum Coisa de Acender. Lançado em 1992,é um dos álbuns mais criativos e diversificados do cantor, onde se pode notar uma grande influência de estilos como jazz, soul, blues e funk norte-americano, aliados ao estilo inconfundível de suas composições. Merecem destaque as faixas "Linha do Equador" (parceria de Djavan e Caetano Veloso), "Se", "Boa Noite", "Alivio" e "Outono".

Em 1992, na fusão de ritmos e harmonias inovadoras de "Coisa de Acender", voltam as parcerias, entre elas, com a filha Flávia Virginia, no vocal em várias faixas. Aos 45 anos de vida e 20 de carreira, em 1994, Djavan lança "Novena", obra que marca sua maturidade. Inteiramente composto, produzido e arranjado por ele, o disco consolida o trabalho com sua banda, composta então por Paulo Calazans no teclado, Marcelo Mariano ou Arthur Maia, baixo, Carlos Bala na bateria e Marcelo Martins, sopros.

Com "Malásia" (1996), a banda se expande e ganha a participação do naipe de metais: Marçalzinho na percussão, Walmir Gil no trompete e François Lima no trombone. O álbum traz, raro, três faixas de outros compositores: “Coração leviano”, de Paulinho da Viola, “Sorri”, versão de Braguinha para “Smile”, de Chaplin e “Correnteza”, de Tom Jobim e Luiz Bonfá. No disco, Djavan está reflexivo e melódico.
"Bicho Solto" (1998), dois anos depois, já traz o artista festivo e dançante, incendiando pistas ao ritmo do funk.

Ambos os trabalhos comemoram os 20 de carreira, o primeiro com seu estilo pessoal, o segundo, com o rejuvenescimento do artista. Entre as parcerias, a entrada definitiva do guitarrista Max Viana, seu filho, na banda. A marca de dois milhões de cópias vendidas fica a cargo do duplo "Ao Vivo" (1999). Primeiro gravado fora dos estúdios, o disco traz quase uma antologia de sua obra, com 24 faixas, 22 grandes sucessos. O lançamento leva Djavan a três anos de turnê.

Anos 2000 : "Milagreiro", "Vaidade", "Na Pista Etc"

A canção "Acelerou" foi escolhida a melhor canção brasileira de 2000 no Grammy Latino. No ano 2000, Djavan recebeu os Prêmios Multishow de melhor cantor, melhor show e melhor CD. Seu álbum Matizes foi lançado em 2007 e ele partiu em turnê pelo Brasil para promovê-lo.

"Milagreiro", de 2001, é uma dupla volta para casa. O primeiro gravado integralmente em seu estúdio caseiro, com a ajuda dos filhos Max e João Viana e Flávia Virginia e um retorno à casa original, Alagoas, com a onipresente temática nordestina.

Em 2004, o músico comemora independência total, com a criação de sua própria gravadora, a Luanda Records, que viria a lançar seus dois discos seguintes, "Vaidade" (2004) e "Matizes" (2007), além de um de suas canções remixadas para dançar, "Na pista etc"(2005). É o surgimento do empresário Djavan Caetano Viana.


Anos 2010: "Ária"

Em 2010, "Ária" é o primeiro em que Djavan exerce exclusivamente a arte de interpretar canções de outros compositores. Sempre rigoroso na condução de sua carreira, ele aguardou o auge da maturidade vocal para se debruçar sobre um repertório escolhido entre a sua memória afetiva e suas antenas sempre ligadas para o que é musical e interessante.


DISCOGRAFIA

Álbuns:

1976 - Djavan (A voz - o violão - a música de Djavan)
1978 - Djavan
1980 - Alumbramento
1981 - Seduzir
1982 - Luz
1984 - Lilás
1986 - Meu Lado
1987 - Não é Azul, Mas é Mar
1989 - Oceano
1992 - Coisa de Acender
1994 - Novena
1996 - Malásia
1998 - Bicho Solto
1999 - Djavan Ao Vivo
2001 - Milagreiro
2004 - Vaidade
2005 - Na pista etc
2007 - Matizes
2010 - Ária

DVDs

2001 - Milagreiro Ao Vivo - DVD
2002 - Djavan Ao Vivo - DVD (comemoração de 25 anos de carreira)

Trilha sonora

1983 - Pra Viver um Grande Amor (trilha sonora)


Temas de Novelas:

1973 - Qual É? - Os Ossos do Barão
1974 - Presunçosa - Supermanoela
1974 - Calmaria e Vendaval - Fogo Sobre Terra
1975 - Alegre Menina - Gabriela
1980 - Meu Bem Querer - Coração Alado
1982 - Faltando Um Pedaço - Sétimo Sentido
1982 - Esfinge - Sol de Verão
1985 - Infinito - Um Sonho a Mais
1987 - Dou-não-dou - Mandala
1988 - Sorri (Smile) - Pacto de Sangue
1989 - Oceano - Top Model
1990 - Vida Real (Dejame Ir) - Barriga de Aluguel
1990 - Cigano - Rainha da Sucata
1991 - Mal de Mim - O Sorriso do Lagarto
1992 - Outono - Pedra Sobre Pedra
1993 - Linha do Equador - O Mapa da Mina
1993 - Sim Ou Não - Tropicaliente
1995 - Aliás - A Próxima Vítima
1996 - Correnteza - O Rei do Gado
1997 - Nem Um Dia - Por Amor
1998 - Meu Bem Querer - Meu Bem Querer
1999 - Um Amor Puro - Terra Nostra
2002 - Milagreiro - Esperança
2004 - Se Acontecer - Senhora do Destino
2005 - Dia Azul - A Lua Me Disse
2005 - Sina - Belíssima
2007 - Delírio dos Mortais - Duas Caras
2010 - Sabes Mentir - Passione
2011 - Melodia Sentimental - Cordel Encantado

Especiais:

1988 - Bird of Paradise (versões em inglês das canções de Não é azul, mas é mar)
1990 - Puzzle of Hearts (versões em inglês das canções de Oceano)
1991 - Flor de Lis (remasterização de Djavan - A Voz e O Violão)
1994 - Esquinas (versões em espanhol de alguns de seus maiores sucessos)
1997 - Songbook: Djavan (songbook em três volumes com suas composições)
2005 - Perfil - Djavan (álbum da série Perfil reunindo uma compilação de seus sucessos)

[ Fonte: wikipédia, a enciclopédia livre ]




Djavan anuncia Ária, primeiro CD de intérprete

Compositor de forte personalidade, Djavan ignora seu repertório autoral no CD que vai lançar em agosto de 2010. Primeiro disco de intérprete do artista alagoano, Ária marca o início da parceria do selo de Djavan, Luanda Records, com a gravadora Biscoito Fino. Formado por temas que povoam a memória afetiva do cantor, o repertório de Ária inclui Brigas Nunca Mais (Vinicius de Moraes e Tom Jobim), Fly me to the Moon (Bart Howard), Sabes Mentir(Othon Russo) - faixa já em rotação na trilha sonora nacional da novela Passione - e Disfarça e Chora (Cartola e Dalmo Castello).


[ Fonte: blogdomauroferreira.blogspot.com ]
[ Editado por Pedro Jorge ]


Eliezer Setton


"O Forró é a cara do Nordeste, por isso nunca teve ascensão. Sempre foi discriminado, assim como o nordestino. A música nordestina está diluída. Na hora que começou a valer dinheiro na boca das bandas de som eletrônico, deixou de ser autêntico"
Eliezer Setton
[ Fonte (frase): Jornal "O Jornal", 06/06/2010 ]


INFORMAÇÃO GERAL

Nome completo: Eliezer Otílio Setton
Nascimento: 21 de janeiro de 1957
Origem: Maceió/Alagoas
País: Brasil
Gênero: Forró e MPB
Instrumento: Violão

BIOGRAFIA


Eliezer Otílio Setton (Maceió, 21 de Janeiro de 1957) é um cantor e compositor brasileiro de Forró e MPB.

Filho de Salomão Setton Neto, que foi Rei Momo do carnaval de Maceió por 19 anos consecutivos, e de Terezinha Otílio Setton, Eliezer Setton começou a compor em 1976 e no ano seguinte participou do seu primeiro festival de música, o que resultou em sua primeira música gravada, Desesperança, e lhe proporcionou o ingresso no já existente Grupo Terra, grupo musical que foi um marco da cultura alagoana do final dos anos 70 e início dos anos 80.

Em 1983, depois de distinguir-se no IV Festival Universitário de Música, promovido pelo Diretório Central Estudantil da Universidade Federal de Alagoas, conquistando o segundo e terceiro lugares como compositor, além do prêmio de melhor intérprete, aventurou-se como músico da noite atuando em Maceió, São Paulo (1984) e Rio de Janeiro (1985-1989), fazendo o tradicional voz e violão. De volta a Maceió, em 1989, continuou sua trajetória de festivais, culminando com as participações no Canta Nordeste (transmitido ao vivo pela Rede Globo para toda a Região), onde foi finalista em 1994 e 1995 com as músicas Serra Pau e Quem dera que sesse, respectivamente.

Compositor eclético, é na música nordestina que vem colhendo os melhores frutos. Da parceria com Pedro Sertanejo, pai de Oswaldinho do Acordeon, surgiu Campo Formoso, o primeiro forró com sanfona e tudo, gravado por Eliezer num disco de Pedro Sertanejo, em 1982. Da parceria com Oswaldinho do Acordeon, nasceu, dentre outras, Na hora H, música que Elba Ramalho gravou em 1992 e foi indicada para o VI Prêmio SHARP. O casamento com o Forró estava sacramentado e o compositor passou a ser gravado pelos intérpretes do cancioneiro nordestino.

No dia 11 de agosto de 1995, no Circo Pirueta, armado na pista de aeromodelismo da Praça Sinimbu, em Maceió, abriu a Primeira Mostra de Inverno de Música, o que seria seu primeiro espetáculo solo à frente de uma banda. O compositor convenceu o intérprete a trilhar também o caminho do forró.

Em 2009, Eliezer amplia o leque de gêneros e grava o CD "Brasil - Hinos à Paisana", cujo repertório contempla dez dos mais representativos hinos do cancioneiro cívico brasileiro.
Em 2011, Eliezer volta ao Forró no CD "O Quelso", que apresenta uma exclusiva e interessante versão da popular "My way", que ganha ares forrozeiros e ficou "Bem a meu jeito".




SUCESSOS

Asa Partida, Eliezer Setton - 1996
Bote Tempo, Eliezer Setton - 1996
Noite de Lua, Eliezer Setton - 1996
D'Estar, Eliezer Setton - 1998
Eu sou o Forró, Eliezer Setton - 2000
Só Quero Quem Me Quer, Eliezer Setton - 2000
Natal Nordestino, Eliezer Setton - 2000
Não Há Quem Não Morra de Amores pelo Meu Lugar, Eliezer Setton - 2000
Na Hora H, Eliezer Setton - 2003
Cabeça com Bóbi x Barriga Crescida, Eliezer Setton e Elisete Setton - 2003
Terço de Separação, Eliezer Setton - 2003
Um Coco para Jacinto, Eliezer Setton - 2003
A Terra é Azul, Eliezer Setton - 2004
Eu Sou o CRB, Eliezer Setton - 2004
Carga Dividida, Eliezer Setton - 2005
Liberdade no Alçapão, Eliezer Setton - 2005
Bem-vindo a Caruaru, Eliezer Setton - 2005
Canção do Turista, Eliezer Setton - 2010




DISCOGRAFIA

1996: Cio do Grão
1998: Das Coisas da Minha Terra
2000: Ventos do Nordeste
2003: Oração do Forró
2004: O Carnaval Alagoano de Eliezer Setton
2005: Amores do Meu Forró
2009: Brasil - Hinos à Paisana
2010: Alagoaníssimo
2011: O Quelso

REFERÊNCIAS

Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira
Luciano Pires- Café Brasil

[ Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre ]

[ Editado por Pedro Jorge ]




sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Dydha Lyra


"Seja bem-vindo à intimidade de minha arte! Aqui você conhecerá um pouco de uma personalidade multifacetada que transita pelo desenho, pintura, escultura, música, poesia, ilustração de livro, criação de jingle, criação de logomarca, uma série de atividades! Tenha um bom proveito!
Agradeço. com um forte abraço"
Dydha Lyra

"Ser artista é um carma, mas não se consegue deixar de ser"
Dydha Lyra

"Além de extraordinário cantor, Dydha é também um talentoso artista plástico e inspirado poeta, cuja beleza de seus poemas é conferida nas reuniões do Movimento da Palavra, grupo poético composto de importantes nomes da poesia alagoana, do qual ele faz parte.
Parabéns, Dydha, pelo belíssimo show, uma visão de tudo o que, em sua voz, se faz canção"
Arlene Miranda
[ Fonte (frases): carlosdydhalyra.blogspot.com ]

"Ser artista é um carma, mas não se consegue deixar de ser"
Dydha Lyra
{ Fonte (frase): primeiraedicao.com.br ]


Nome completo: (carece fonte)
Nome artístico: Dydha Lyra
Data de nascimento: (carece fonte)
Local: São José da Laje/AL
Gênero: (carece fonte)


Perfil

Alagoano de San Jose De Las Piedras (São José da Laje/AL). Poeta, pintor, cantor, compositor, desenhista, escultor, etc... Um apaixonado pela vida, pela família, pelos amigos, extremamente passional com as coisas que realmente amo!

[ Fonte: Site - www.recantodasletras.com.br ]


Artista Alagoano Fala em Entrevista Sobre sua História
Por Thayanne Magalhães ( 18/07/2011 )

Poeta, pintor, escultor e cantor, o artista alagoano, Dydha Lyra, conta e entrevista ao Primeira Edição como é a vida de quem vive de arte e Alagoas. Natural de São José da Laje, o artista plástico disse que desde criança já se destacava pelos seus desenhos na escola, e também quando cantava nas festas da cidade onde nasceu.

“Eu costumo dizer que viver de arte é um carma, mas, quando você nasce artista, não consegue deixar de ser. É complicado capitalizar a arte, pintar um quadro e ter certeza de que vai vender logo. Outra questão são os problemas pessoais, quando, por exemplo, um palhaço está triste, e precisa fazer as pessoas rirem”, opinou Dydha.

Apesar de ser advogado, Dydha Lyra nunca exerceu a profissão. Sempre buscou sua realização na arte. “Eu ainda cheguei a ser juiz classista em Maceió, mas nunca advoguei. Apesar da falta de apoio dos poderes públicos, escolhi ser artista. A marginalidade da classe, por essa falta de apoio, é humilhante. Isso complica ainda mais a vida dos pintores, principalmente, que não têm sindicato, não são organizados”, disse.

Na opinião do artista, os grandes pintores de Alagoas estão acabando, e se preocupa com a não renovação da classe. “Os grandes pintores alagoanos estão morrendo, e não estão aparecendo novos artistas. Outra grande deficiência em Maceió é a não existência de uma escola de arte, ou a realização anual de um salão de arte, para incentivar s mostrar o trabalho dos nossos artistas”.

Sobre ganhos, Dydha afirma que o artista vive mesmo é no mundo dos sonhos. “O artista pensa com o lado direito do cérebro, o lado dos sonhos, da imaginação. Diferente dos empresários que pensam em ganho imediato, lucros”, disse o artista.

O artista relatou ainda que há cerca de 40 anos, teve a oportunidade de ir ao programa do Chacrinha e venceu um concurso de cantores. “O programa aconteceu em Recife/PE e eu participei. Ganhei o concurso e me levaram para o Rio de Janeiro. Ele disseram para eu ficar por lá, que eu teria apoio na minha carreira, mas decidi voltar para minha terra e perdi um grande oportunidade. Meu cavalo passou selado e eu deixei passar”, lembra Dydha.

Poesia
O artista é integrante do grupo Movimento da Palavra, que reúne poetas alagoanos. O último lançamento do grupo foi o livro de poemas Antologia Poética, que teve a participação de Lou Correia, José Alberto Costa, Cavalcante Filho, Arlene Miranda, Valderez Barros e Lys Carvalho. “Eu ilustrei a capa e as páginas do nosso livro”, concluiu.

[ Fonte: primeiraedicao.com.br ]



CULTURA / Dydha Lyra Apresenta "Tributo a Nelson Gonçalves"

Show “Tributo a Nelson Gonçalves” acontece nesta sexta-feira.
Data: 09 de Dezembro de 2010
Da Redação

Nesta sexta-feira, 10, o poeta, artista plástico e cantor Dydha Lyra apresenta o show “Tributo a Nelson Gonçalves”, no restaurante panorâmico da Casa da Indústria, na Avenida Fernandes Lima. O show acontece às 23h, mas a partir das 21h o local já contará com música instrumental.

O cantor disse à reportagem que essa é a segunda e última apresentação do show em tributo a um dos maiores cantores da música brasileira, morto em 1998. A mesa para quatro pessoas custa R$ 150 e as reservas podem ser feitas por meio do telefone: 9902-5230, com Victória.

Ritmo
Após assistir a primeira apresentação do show, a jornalista e escritora Arlene Miranda, que se declara fã ardorosa de Nelson Gonçalves, comentou: “Que empolgante apresentação! Interpretação perfeita, impecável, dolente, emocionante. Os versos das músicas que fazem parte do repertório do notável cantor gaúcho, em sua maioria de autoria de Adelino Moreira, ganharam especial ternura na voz do Dydha”.

“A malemolência do seu ritmo dolente, a beleza de suas letras e a maviosidade da voz do Dydha ao interpretá-las, fizeram-me voltar no tempo e mergulhar num estado de imorredoura saudade, quando se enaltecia e valorizava o luar, a poesia, o amor e a beleza da vida; quando as pessoas amavam mais e traiam menos, quando se podia andar na noite sem medo”, completa a escritora em seu texto.

[ Fonte: Site - www.alagoas24horas.com.br ]


Uma Noite Memorável
Arlene Miranda* ( 23 de agosto de 2010 )

No último sábado, o público alagoano viveu momentos de intensa emoção ao assistir ao show do cantor alagoano Dydha Lyra, este lajense de voz vibrante que, com extraordinária interpretação, prestou um tributo a Nelson Gonçalves, um dos maiores cantores brasileiros dos últimos tempos.

Para aqueles que tiveram o privilégio de assistir ao show de Dydha Lyra naquela noite memorável, foi como se voltassem a um passado de beleza, lirismo e encantamento, quando a voz de Nelson Gonçalves no auge de sua carreira embalava os corações dos enamorados: “Negue seu amor e seu carinho/ Diga que você já me esqueceu./ Vive machucando com jeitinho/ Este coração que ainda é seu./ Diga que meu pranto é covardia/ Mas não se esqueça/ Que você foi minha um dia…”

Basta ouvir, ainda hoje, uma canção na voz de Nelson Gonçalves, através dos inúmeros discos que ele deixou, para se emocionar e perceber que, numa canção, a interpretação é fundamental, tanto quanto a beleza da música. Ou seja, que o amor, a dor-de-cotovelo, a noite, o luar, as estrelas e até mesmo o cabaré, se misturam e se aproximam de um verdadeiro hino. E esse hino foi o que nós assistimos, sábado passado, na voz maravilhosa de Dydha Lyra; uma proximidade entre o deleite e a emoção, criando um elo especial entre o cantor e seu público, fazendo com que, naquele instante, um sentimento maior eclodisse no coração de quantos o aplaudiam.

Que empolgante apresentação! Interpretação perfeita, impecável, dolente, emocionante. Os versos das músicas que fazem parte do repertório do notável cantor gaúcho, em sua maioria de autoria de Adelino Moreira, ganharam especial ternura na voz do Dydha, deleitando o grande público presente à Churrascaria Gaúcha.

Vale dizer que, desde a adolescência, sou fã ardorosa de Nelson Gonçalves e, como tal, não pude me furtar ao desejo de cantar, junto às demais pessoas presentes, as músicas apresentadas por Dydha Lyra, cujas letras sei todas de cor, emocionando-me até as lágrimas. Essas músicas (sambas-canções, boleros, tangos) me remeteram a momentos vividos de extrema emoção. A malemolência do seu ritmo dolente, a beleza de suas letras e a maviosidade da voz do Dydha ao interpretá-las, fizeram-me voltar no tempo e mergulhar num estado de imorredoura saudade, quando se enaltecia e valorizava o luar, a poesia, o amor e a beleza da vida; quando as pessoas amavam mais e traiam menos, quando se podia andar na noite sem medo.

Em seu show, Dydha, com a primorosa escolha das músicas que fizeram a glória de Nelson Gonçalves, compôs um cenário todo especial, que encheu nossos corações do mais tocante êxtase, levando ao centro do salão os pares românticos, que dançaram até o término do show. Eram, provavelmente, casais que também viveram as emoções que embelezaram décadas passadas, onde predominavam a ternura e o lirismo.

Num dos intervalos, um espetáculo à parte: a apresentação dos dançarinos Carlyle Rosemond e Gabriela Macedo, que deram um verdadeiro show, flutuando no salão com admiráveis números de Tangos.

*Sobre a autora:
Arlene Miranda é jornalista e escritora (membro da Academia Maceioense de Letras)

[ Fonte: carlosdydhalyra.blogspot.com ]




POEMAS

Os Poemas de Dydha Lyra

Entre um show e outro, o lagense Dydha Lyra, também poetisa, à exemplo do seu pai, João Pinheiro (já falecido, mas que deixou uma boa monta de bons poemas).

Nascido e criado quase às margens do Rio Canhoto, que banha a cidade, ele tem boas recordações desta fase. E sobre o Canhoto, ele produziu este poema - e outros tantos.

RIO CANHOTO

Trás o entardecer as mesmas luzes
as mesmas cores os mesmos cheiros
e esse rio menino buliçoso
inquieto dentro de mim
leva e estende lembranças
no varal da memória quase adormecida
no leito morno
banho meus primeiros dias
enxaguo minha adolescência
e com ela uma indecência
as meninas nuinhas que escondido via
me fiz grande
parti
e vi o oceano tão belo e imponente
e dentro dele tu tão ternamente
levando os instantes
os dias que em ti docemente vivi.

[ Fonte: Blog - japress.blogspot.com ]


Homenagem Póstuma

"As mães não morrem...
se encantam ,
e reencarnam como o sorriso de Deus!!"
Dydha Lyra


MÃE
Dydha Lyra ( Maceió, 16/11/1996 ) / ( por ocasião da comemoração dos seus 80 anos)

Chegam os anos
Maquiando teu rosto
Contudo
Ainda guardas nos olhos um brilho infantil
Interrogando o tempo que passeia indiferente por teu corpo
Enrrugando-lhes mãos
Estreitando-lhes passos.

Prátea cabeça trensportando o ouro da experiência
Num frágil corpo arqueado
Prestes a lançar a flexa da transitoriedade
No alvo certeiro da renovação.

Maceió, 16 de novembro de 1996 (por ocasião da comemoração dos seus 80 anos)

Nota: Homenagem póstuma de Ddha Lyra a sua mãe, que faleceu no dia 25 de fevereiro de 2011.

[ Fonte: Blog - dydha.blogspot.com ]


A poesia de Dydha Lyra – Espelho da Sua Alma

Quem passeia pelos jardins da poesia por certo terá a sua atenção voltada para a farta e homogênia obra poética deste alagoano de São José da Lage.

Dydha Lyra, misto de cantor, poeta e artista plástico. Puro amor em sua essência, em perfeita harmonia com a linguagem poética que pratica, aquela que nunca se estingue porque trata do amor, da entrega, da dedicação. enfim do sentimento, do vem e floresce na alma Essa poesia transcende e nos leva por caminhos contemplativos e de pura reflexão.
Como brinde dessa sua arte, uma de suas mais recentes poesias.

Inverno
Dydha Lyra

De onde vem esse repentino inverno
que ora invade minh’alma,
acinzentando meu céu interior
com densas nuvens
de lembranças?

Esta chuva, movediça,
(escorrendo pela vidraça)  desenha, aleatoriamente,
silhuetas nômades…
…vagando por destinos ignotos,
esboçados tão somente,
(no mapa egocêntrico do querer)
que conduz a um caminho íngreme e umbroso,
cuja descolorada sinalização indica:
dobre à esquerda, rua solidão;
agora, siga em frente,
parada obrigatória: o coração.

[ Fonte: tudoglobalcom ] /

[ Editado por Pedro Jorge ]


CONTATO
Dydha Lyra & Orquestra
Telefone: (82) 9982.9054

Cícero Flor




Nome completo: Cícero Vieira
Nome artístico: Cícero Flor
Data de nascimento: (carece fonte)
Local: (carece fonte)
Gênero: (carece fonte)


Talento Alagoano / Cícero Vieira, Cícero Flor, Flor Para os Íntimos. E na Verdade Todos são Íntimos de Flor

A música dele é quem faz isso. Um estilo prórpio, de vanguarda. Uma melodia que encanta e surpreende. Algumas vezes melancólica, outras depressivas expressando o profundo sentimento de clamor pela paz, outras com uma pitada de sensualismo descrevendo um ato de pura entrega.

Enfim, Flor é tudo isso e mais algum acorde. Dissonante por sinal.

O que você precisa fazer agora é escutar sua música e tirar sua conclusão. Aliás, o que vai acontecer com você ao ouvir a música do Flor só Deus sabe. Afial, Ele é o maior responsável por este maravilhoso dom que Flor possui: o de surpreender.

Amigo de infância do músico Fernando, da dupla Duofel, teve seu CD definido assim por um jornalista alagoano que o ouviu: "Se o CD do Duofel foi o lançamento do ano (2006), o do Flor surpreendeu".
Pura verdade. Muitos nunca tinham ouvido a voz rouca cheia de um estilo próprio e cativante de Flor. E quando ouviam percebiam quanto tempo perderam.

Porquê "Flor"?

Nos anos 1970 uma onda de paz e amor tomou conta do mundo. O movimento "Power Flower" foi a maior bandeira desse período. Flor assumiu o compromisso de disseminar essa expressão vestindo roupas com estampas floridas. Amigos começaram a chamá-lo de Flor emprestando a ele esse substantivo marcante para toda a sua vida.

Se você encontrar Cícero Vieira por aí pelo Brasil afora pode gritar pelo nome de Flor que ele com certeza olhará para ver quem o está chamando.

CARREIRA ARTÍSTICA / Cronologia

Aos 13 anos, cantava em programas de auditório da Rádio Difusora de Alagoas, em praças públicas, festas de aniversários, colégios, etc.

1976
Participou de shows ao lado de Neimar de Barros, Artur Miranda (comediante), Cláudio Fontana, Jean Carlo e Peninha

1978
Participou do 1.º Festival Estudantil de Música, promovido pelo extinto DAC (Departamento de Assuntos Culturais), atualmente: SECULT (Secretaria de Cultura). Neste festival recebeu o troféu como melhor intérprete, com uma musica de sua autoria, intitulada: “SAUDAÇOES A UM VELHO COMPANHEIRO”.

Participou do “Projeto Arte Nossa” promovido pela FUNTED (Fundação Teatro Deodoro), como membro do “GRUPO VENTO” e ao lado da cantora alagoana Leureny Barbosa. Esse projeto foi criado com o objetivo de difundir a arte musical dos artistas alagoanos.

1979
Participou do Show da UNE (União Nacional dos Estudantes), na Faculdade Santa Ursula, no Rio de Janeiro ao Lado de: Joyce, Originais do Samba, Carlos Lyra, Terezinha de Jesus,  entre outros artistas de consagração nacional.

1980
Em Janeiro, cantou em parceria com o cantor e compositor alagoano Carlos Moura, no lançamento do disco de Zé  Paulo, bandolinista carioca, no Rio de Janeiro na boate “Hipopótamos”.

1984
Participou do IV Festival Universitário, promovido pelo DCE- AL (Diretório Central dos Estudantes). Tocou no programa de Adelson Alves na Rádio Globo e no programa do cantor e compositor Luiz Vieira, na Rádio Nacional do Rio de Janeiro.

1985
Participou da 1.ª Feira dos Municípios promovida pela EMATUR  (Empresa Alagoana de Turismo) e a Prefeitura Municipal de Maceió, com a banda “THC” onde tocava guitarra base, em estilo Rock.

No mesmo ano, tocou com seu ex-parceiro Zé Roberto, no Bar dos Violeiros na Barra da Tijuca — Rio de Janeiro no intervalo do Show do cantor Cláudio Nucci (ex-integrante do grupo Boca Livre).

1986
Fez o curso de “diretor de teatro” promovido pela FUNTED o resultado deste curso veio através da montagem da peça “CABARÉ DO VALENTIN”, do escritor e teatrólogo alemão Carl Valentin.

1987
Participou do 5.º Festival Universitário de Alagoas promovido pelo DCE/AL, no Teatro Deodoro.

1990
Fez Shows com sua banda ‘THC”, no Teatro Lima Filho em Maceió.

1992
Duas de suas músicas foram classificadas para participar do 3.º Festival da Música em Jaraguá do Sul Santa Catarina. Não pôde participar por falta de apoio dos órgãos culturais de Alagoas.

1995
Participou da primeira amostra de artes – “Shopping das Artes”, promovido pelo SEBRAE/AL.

1996
Participou do VI - FEC ( Festival Estanciano dá Canção) em Estância/SE, no mês de março, onde obteve a classisficação de melhor arranjo musical.

1998
Participou do I Festival SESC da Música Alagoana,  com a canção “clamando pela paz”, que está incluída no CD do mesmo festival. Ainda em 98 participou do XVI  Festival Jacarezinhense da Canção, em Jacarezinho no estado do Paraná.

2000
Participou do II Festival Sesc da Música Alagoana com a música “Fantasia Sexual”, não obtendo classificação para o CD.

E finalmente conseguiu lançar seu 1º CD “TRILHA”, depois de uma batalha de longa data.

[ Fonte: ciceroflor.weebly.com ]


Cicero Vieria (Flor) - Trilha  

Músicas:
01. Desilusão
02. Vem cá meu bem
03. Semblante Angelical
04. No limiar de um sonho
05. Momentos
06. Tributo ao negro do cativeiro
07. Ei, tesuda!
08. Clamando pela paz
09. Queremos respirar um novo amanhecer
10. O sertanejo
11. Assassinatos na Candelária
12. Fantasia Sexual
13. Desilusão (2ª versão)

Comentário:
Gravado no estúdio gogó da ema de julho de 2003 a julho de 2004 em Maceió-AL.

Ficha Técnica

Vocal e Violão: Flor
Guitarra: Zé Barras, Thiago Barras,  Daniel Gontijo
Guitarra e Teclado: Nereu Resende
Bateria: José Nogueira, Március Campello
Flauta: Silvio Lampião
Baixo: Edvaldo Augusto (coqueiro),  Felipe Barras
Harmónica de Boca (Gaita):  Fred Holanda
Violão e Teclado: Peter Beresford
Percussão: Wilson Miranda
Violino: Josélio Rocha
Viola Clássica: Tércio Smith
Piano Elétrico: Rômulo Caetano
Direção Musical: Flor e Dinho
Produção Executiva: Adriano Argolo
Fotografia: Adriano Argolo e José Ronaldo
Concepção Artística: Meuzent Galvão

Contatos:
Shows e Vendas: (82) 3355.3229
E-Mail: ologra@hotmail.com / galvaomcz@yahoo.com.br

Aonde Comprar: Banca Zumbi - Falar com Aldo - (082) 9305.5311

[ Fonte: www.bairrosdemaceio.net ]

[ Editado por Pedro Jorge ]